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26/05/2026

Comidas mais Famosas dos anos 2000
26.5.260 Comentários

 Se os anos 90 foram dominados pela praticidade e pela explosão dos industrializados, os anos 2000 trouxeram um cenário ainda mais diverso — e, de certa forma, mais consciente. Foi uma década de transição: ao mesmo tempo em que o fast food continuava forte, surgia um interesse maior por alimentação “diferente”, internacional e até mais saudável.

A internet começava a influenciar hábitos, programas de culinária ganhavam popularidade e novas tendências chegavam com mais velocidade. O resultado? Uma mistura bem interessante de conveniência, experimentação e início de uma preocupação com qualidade dos ingredientes.

Neste post, você vai conhecer as comidas anos 2000 mais famosas, entender por que elas fizeram tanto sucesso e como muitas ainda fazem parte do nosso dia a dia — mesmo que com outra cara.

O cenário gastronômico dos anos 2000

Antes de ir direto aos pratos, vale entender o contexto.

Os anos 2000 foram marcados por:

  • Crescimento da internet e acesso à informação
  • Popularização de programas de culinária na TV
  • Expansão de redes de fast food e casual dining
  • Chegada mais forte de culinárias internacionais
  • Início da preocupação com alimentação saudável

Foi uma década em que as pessoas começaram a explorar mais. Comer deixou de ser apenas rotina e passou a ser também descoberta.

comidas anos 2000

1. Sushi (popularização no Brasil)

Embora já existisse antes, foi nos anos 2000 que o sushi realmente se popularizou no Brasil.

O que antes era visto como algo “sofisticado” começou a se tornar mais acessível, principalmente com:

  • Rodízios japoneses
  • Restaurantes especializados em shopping centers
  • Combos promocionais

Peças como:

  • Hot roll
  • Uramaki
  • Temaki

Passaram a fazer parte do repertório de muita gente — mesmo de quem nunca tinha contato com a culinária japonesa antes.

2. Temaki (o “fast food japonês”)

Se o sushi abriu caminho, o temaki consolidou a tendência.

Ele ficou popular por ser:

  • Prático
  • Personalizável
  • Fácil de consumir com as mãos

Era comum ver filas em temakerias, especialmente em áreas urbanas. O formato “cone” ajudava a transformar algo tradicional em uma experiência mais casual.

3. Açaí na tigela

O açaí deixou de ser um alimento regional do Norte e virou febre nacional nos anos 2000.

Mas com uma adaptação importante:

  • Mais doce
  • Com acompanhamentos

Os combos clássicos incluíam:

  • Granola
  • Banana
  • Leite condensado

Era visto tanto como sobremesa quanto como opção “energética”, principalmente entre jovens e praticantes de atividade física.

4. Saladas prontas e refeições “fit”

Pela primeira vez, começa a aparecer com mais força a ideia de alimentação saudável no dia a dia.

Não era ainda o nível atual, mas já existia:

  • Saladas prontas em supermercados
  • Restaurantes com foco em comida leve
  • Opções “low fat”

Era o início de uma mudança de mentalidade.

5. Cupcakes

Os cupcakes viraram febre, especialmente no final da década.

Pequenos, decorados e visualmente chamativos, eles apareciam em:

  • Festas
  • Cafeterias
  • Eventos

A grande diferença era o foco no visual:

  • Coberturas elaboradas
  • Cores variadas
  • Decorações detalhadas

Era uma sobremesa pensada tanto para comer quanto para fotografar (mesmo antes do Instagram dominar tudo).

6. Chocolate meio amargo e gourmetização

Os anos 2000 marcaram o início da valorização de chocolates mais intensos.

O chocolate ao leite ainda dominava, mas começaram a ganhar espaço:

  • Chocolates com maior teor de cacau
  • Marcas premium
  • Combinações com frutas secas e castanhas

Era o começo da chamada “gourmetização” de produtos simples.

7. Pizza com borda recheada

A pizza continuou forte — mas ganhou um upgrade importante: a borda recheada.

Esse detalhe fez sucesso porque:

  • Aproveitava toda a pizza
  • Aumentava a sensação de indulgência
  • Tornava o prato ainda mais atrativo

Sabores como:

  • Catupiry
  • Cheddar
  • Chocolate (em versões doces)

Viraram tendência rapidamente.

O que mudou de lá pra cá?

Hoje, muitas dessas tendências evoluíram:

  • O sushi virou algo comum
  • O açaí ganhou versões mais naturais
  • A alimentação saudável se consolidou
  • A gourmetização virou padrão em muitos casos

Mas o que começou nos anos 2000 foi justamente essa transição entre o “comer por praticidade” e o “comer com intenção”.

Ainda vale a pena revisitar essas comidas?

Sem dúvida.

Muitas dessas opções continuam relevantes porque:

  • São versáteis
  • Permitem adaptações
  • Atendem diferentes estilos de vida

A diferença é que hoje existe mais informação — o que permite fazer escolhas mais equilibradas.

Conclusão

As comidas dos anos 2000 representam uma virada importante na forma como nos relacionamos com a alimentação. Foi a década em que começamos a explorar mais, experimentar mais e, aos poucos, pensar mais sobre o que estamos comendo.

Entre sushi, açaí, cupcakes e sanduíches personalizados, surgiu uma nova forma de enxergar a comida — menos automática e mais consciente.

Se você olhar bem, muita coisa que consumimos hoje nasceu ali. E entender isso ajuda a perceber como a gastronomia evolui junto com o comportamento das pessoas.

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19/05/2026

Comidas mais Famosas dos Anos 90
19.5.260 Comentários

 Se os anos 80 foram marcados pela praticidade e pelo boom dos industrializados, os anos 90 deram um passo além — e misturaram tudo isso com uma pitada de globalização. Foi uma década em que novos sabores começaram a chegar com mais força ao Brasil, enquanto os produtos prontos continuavam dominando a rotina de muita gente.

A comida dos anos 90 tem uma característica bem clara: ela é híbrida. Ao mesmo tempo em que ainda vemos receitas simples e familiares, surgem influências internacionais, fast food em ascensão e uma obsessão crescente por praticidade. E, claro, muito açúcar, muito creme e combinações que hoje despertam tanto nostalgia quanto curiosidade.

Neste post, você vai conhecer as comidas anos 90 mais famosas, entender o contexto por trás delas e perceber como muitas continuam presentes — às vezes quase iguais, às vezes reinventadas.

O cenário gastronômico dos anos 90

Antes de entrar nos pratos, vale entender o que estava acontecendo naquela época.

Os anos 90 trouxeram algumas mudanças importantes:

  • A popularização dos supermercados maiores e mais completos
  • Crescimento das redes de fast food
  • Abertura maior para produtos importados
  • Consolidação de marcas alimentícias fortes
  • Rotina ainda mais corrida nas cidades

Isso impactou diretamente o que ia para a mesa. A comida precisava ser rápida, prática e, de preferência, padronizada. Ao mesmo tempo, havia curiosidade por novidades — o que abriu espaço para pratos de fora e novas versões de receitas clássicas.

comidas anos 90

1. Miojo (macarrão instantâneo)

Se existe um símbolo absoluto das comidas anos 90, é o miojo.

Barato, rápido e praticamente impossível de errar, ele virou um verdadeiro fenômeno — especialmente entre jovens, estudantes e quem precisava de uma refeição em minutos.

O preparo era simples:

  • Água
  • Temperinho pronto
  • 3 minutos no fogo

Mas o mais interessante é que muita gente começou a “incrementar” o miojo:

  • Ovo
  • Queijo
  • Salsicha
  • Legumes

Era o início de uma tendência que continua até hoje: personalizar o básico.

2. Lasanha congelada

Os anos 90 consolidaram de vez os alimentos congelados como solução do dia a dia — e a lasanha pronta virou um clássico.

Ela representava algo importante:

  • Praticidade sem abrir mão de uma refeição “completa”

Bastava levar ao forno (ou micro-ondas, que também se popularizou nessa época), e pronto.

Era comum em:

  • Almoços rápidos
  • Jantares improvisados
  • Finais de semana sem vontade de cozinhar

3. Batata frita e fast food

Foi nos anos 90 que as grandes redes de fast food realmente se consolidaram no Brasil.

A batata frita virou praticamente um acompanhamento universal — principalmente junto com:

  • Hambúrguer
  • Refrigerante
  • Nuggets

Mais do que comida, era uma experiência:

  • Comer fora
  • Ir ao shopping
  • Encontrar amigos

A alimentação começava a se conectar mais com lazer e estilo de vida.

4. Brigadeiro 

O brigadeiro já existia há décadas, mas nos anos 90 ele ganhou ainda mais espaço — principalmente em festas infantis.

Era difícil encontrar uma comemoração sem:

  • Brigadeiro
  • Beijinho
  • Cajuzinho

O diferencial da época era o volume: tudo em grande quantidade, com foco em agradar todo mundo.

5. Geladinho / sacolé / chup-chup

Dependendo da região, o nome muda — mas a ideia é a mesma.

Esses geladinhos caseiros eram extremamente populares, especialmente entre crianças.

Sabores comuns:

  • Leite condensado
  • Chocolate
  • Frutas

Além de baratos, eram fáceis de fazer e vender, o que também transformou esse doce em fonte de renda para muita gente.

6. Cachorro-quente completo

O cachorro-quente dos anos 90 no Brasil ganhou identidade própria — e ficou bem diferente da versão americana.

Ingredientes comuns:

  • Salsicha
  • Molho de tomate
  • Milho
  • Ervilha
  • Batata palha
  • Purê de batata (em algumas regiões)

Era praticamente uma refeição completa dentro de um pão.

7. Danoninho e sobremesas industrializadas

Os anos 90 foram o auge das sobremesas industrializadas voltadas para crianças.

Produtos como:

  • Danoninho
  • Iogurtes saborizados
  • Sobremesas lácteas

Ganharam força com campanhas publicitárias marcantes e promessa de praticidade para os pais.

Era só abrir e consumir — sem preparo, sem complicação.

8. Salgadinhos de pacote

Os snacks industrializados cresceram muito nos anos 90.

Eles eram consumidos em:

  • Lanches escolares
  • Festas
  • Momentos de lazer

Sabores artificiais, formatos divertidos e embalagens chamativas ajudaram a transformar esses produtos em parte do cotidiano.

Por que essas comidas ainda fazem sucesso?

Porque elas estão ligadas a momentos muito específicos da vida.

Estamos falando de:

  • Infância
  • Escola
  • Amizades
  • Primeiras experiências sociais fora de casa

A comida, nesse caso, funciona quase como um gatilho de memória.

Conclusão

As comidas dos anos 90 mostram como a alimentação acompanha o ritmo da sociedade. Foi uma década marcada pela velocidade, pela praticidade e pela influência crescente da indústria — mas também por descobertas, novos hábitos e experiências compartilhadas.

Mais do que receitas, esses pratos contam uma história. E revisitar essas comidas hoje é uma forma de entender não só o que mudou no nosso prato, mas também no nosso estilo de vida.

Se você viveu essa época, provavelmente já sentiu aquele impulso de revisitar um miojo caprichado ou pedir uma pizza numa noite qualquer. E se não viveu, vale a experiência — nem que seja por curiosidade.

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14/05/2026

Ranking das comidas de festa junina mais amadas (e as mais esquecidas)
14.5.260 Comentários

 Se tem uma época do ano que o brasileiro espera ansiosamente é o mês de junho. Não é só pelas quadrilhas, bandeirinhas coloridas e músicas animadas: a festa junina também é o momento em que a comida vira protagonista. Afinal, quem consegue resistir ao cheirinho de milho assado, bolo quentinho ou aquele quentão que aquece até o coração?

Mas se por um lado existem pratos que todo mundo ama e procura primeiro, por outro há aquelas comidas que acabam sobrando na mesa, esquecidas no cantinho da barraca. Pensando nisso, preparei este ranking das comidas de festa junina mais amadas – e também as mais esquecidas. Bora ver em qual lado estão as suas favoritas?

comida festa junina

As mais amadas

1. Pamonha

É impossível começar esse ranking de outra forma. A pamonha, feita com milho ralado e cozida na própria palha, é praticamente um patrimônio cultural das festas juninas. Doce ou salgada, simples ou recheada com queijo, ela sempre atrai filas enormes nas quermesses.
👉 Por que é tão amada? O sabor caseiro, a textura cremosa e a nostalgia que carrega. 


2. Canjica / Curau

Aqui temos uma pequena confusão de nomes, porque dependendo da região do Brasil a canjica pode significar coisas diferentes. Em boa parte do país, canjica é aquela feita com milho branco cozido no leite e adoçada com açúcar. Já em outros lugares, canjica é o que em muitos chamam de curau – o creme de milho amarelo com canela por cima.

3. Pipoca

Pode parecer simples demais, mas é justamente essa simplicidade que a faz aparecer em todas as festas. Além de barata, a pipoca é democrática: salgada, doce, caramelizada, colorida… todo mundo encontra uma versão para amar.
👉 Por que é tão amada? Porque nunca falta, combina com tudo e agrada tanto crianças quanto adultos.


4. Milho cozido ou assado

O milho é o grande astro da festa junina. Cozido na espiga, assado na brasa ou até mesmo frito, ele sempre tem destaque. Só o ato de morder uma espiga quentinha com manteiga já é motivo suficiente para colocar o milho no topo do coração dos brasileiros.
👉 Por que é tão amado? Pelo sabor natural e pela tradição. Milho e festa junina são quase sinônimos.


5. Quentão e vinho quente

Junho costuma ser frio, então nada melhor do que esquentar as mãos e a alma com uma bebida típica. O quentão – feito de cachaça, gengibre, cravo, canela e açúcar queimado – é o preferido de muitos adultos. Já o vinho quente adoçado com frutas também faz sucesso e traz aquele clima aconchegante.
👉 Por que é tão amado? Além do sabor, é praticamente uma “fogueira líquida” que esquenta qualquer roda de amigos.


6. Bolo de milho

Se a pamonha é a rainha, o bolo de milho é o rei das festas juninas. Ele aparece de várias formas: fofinho, cremoso, com coco, com queijo, com leite condensado. É raro encontrar uma mesa junina sem ele.
👉 Por que é tão amado? Porque nunca decepciona. É simples, saboroso e combina perfeitamente com café ou chá quente.


7. Paçoca

A paçoca de amendoim, aquela que esfarela na boca, tem lugar garantido em qualquer quermesse. Pequena, prática e viciante, é o tipo de doce que a gente nunca pega só uma.
👉 Por que é tão amada? Porque é irresistível e cabe até no bolso para levar pra casa.


8. Pé-de-moleque

Esse doce de amendoim com rapadura ou açúcar queimado é pura tradição. Crocante, doce na medida e com sabor rústico, ele faz parte da memória afetiva de muita gente.
👉 Por que é tão amado? Pela combinação perfeita entre o amendoim torrado e a doçura intensa.


9. Arroz-doce

Outro clássico que não pode faltar. O arroz cozido no leite, adoçado e polvilhado com canela traz aconchego imediato. Cada família tem sua versão: mais cremoso, mais firme, com leite condensado ou apenas com açúcar.
👉 Por que é tão amado? Porque é um doce simples, barato e cheio de memórias afetivas.


10. Cocada

Branca, queimada, com leite condensado, em pedaços ou cremosa: a cocada é versátil e deliciosa. Mesmo quando não está no topo da preferência geral, sempre encontra seu público fiel.
👉 Por que é tão amada? Pelo sabor intenso do coco e pela variedade de versões.


As esquecidas

Nem toda comida de festa junina faz o mesmo sucesso. Algumas acabam ficando de lado, seja por não agradarem a todos os paladares, seja por serem substituídas por opções mais populares.


1. Bolo de fubá simples

Embora seja um clássico, o bolo de fubá muitas vezes perde espaço para o bolo de milho mais cremoso e moderno.
👉 Por que é esquecido? Justamente pela simplicidade – não tem o mesmo apelo de outros bolos mais incrementados.


2. Cocada de forno

Apesar de deliciosa, muita gente prefere a cocada tradicional em pedaços. A versão de forno acaba não chamando tanto a atenção.
👉 Por que é esquecida? Falta identidade forte em comparação à cocada clássica.


3. Maçã do amor

Visualmente linda, mas na prática pouco prática. A casquinha de açúcar duro pode quebrar dentes desprevenidos e não agrada todo mundo.
👉 Por que é esquecida? É bonita, mas é sem graça e difícil de comer. Muitos preferem levar pra casa só como enfeite.


4. Suspiro

É doce, é leve, mas geralmente passa despercebido no meio de tantas opções mais chamativas.
👉 Por que é esquecido? Por ser simples demais e não trazer tanta memória afetiva.


5. Bolo de mandioca

Apesar de saboroso, o bolo de mandioca não tem a mesma força cultural que os de milho ou fubá.
👉 Por que é esquecido? Pouca tradição nas festas juninas de algumas regiões.


6. Broa de milho

A broa é tradicional, mas muitas vezes perde destaque para os bolos mais fofinhos e doces.
👉 Por que é esquecida? Textura mais seca e menos atrativa para crianças.


7. Doce de abóbora em pedaços

Embora seja uma delícia para quem gosta, não é unanimidade. Tem quem ame e quem simplesmente passe reto.
👉 Por que é esquecido? Sabor mais específico, não agrada a todos os paladares.


8. Amendoim torrado puro

Quando tem paçoca e pé-de-moleque do lado, o amendoim puro acaba ficando de lado.
👉 Por que é esquecido? Porque parece “sem graça” comparado aos doces de amendoim mais elaborados.


9. Cuscuz doce

Embora tradicional em algumas regiões, não é popular em todas. Muitos nem chegam a experimentar.
👉 Por que é esquecido? Falta de costume em várias partes do Brasil.


10. Quindim

Sim, ele aparece em algumas festas juninas, mas não é unanimidade. O sabor forte de coco e ovo e a textura não agradam a todos.
👉 Por que é esquecido? Paladar específico e concorrência pesada com outros doces.


A festa junina é um verdadeiro festival de sabores, e cada prato carrega uma história, uma tradição e uma memória afetiva. Alguns são unanimidade e sempre acabam primeiro da mesa – como a pamonha, o bolo de milho e a canjica. Outros, apesar de deliciosos, acabam ficando esquecidos, como a maçã do amor ou o doce de abóbora.

No fim das contas, o mais importante é que cada comida traz um pedacinho da nossa cultura e ajuda a manter viva essa tradição tão querida pelos brasileiros.

👉 E você, qual é a comida de festa junina que não pode faltar de jeito nenhum? E qual você sempre deixa de lado?


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12/05/2026

Comidas mais Famosas dos Anos 80
12.5.260 Comentários

 Se você cresceu nos anos 80 — ou simplesmente tem curiosidade sobre essa década tão marcante — provavelmente já percebeu que a comida daquela época tinha uma personalidade própria. Era um período de experimentação, praticidade e, ao mesmo tempo, certo exagero. A indústria alimentícia estava em plena expansão, os produtos industrializados ganhavam espaço nas casas e muitas receitas refletiam exatamente isso: rapidez, conveniência e um toque de “novidade” que hoje pode até parecer curioso.

Mas não se engane: apesar da presença forte de alimentos processados, os anos 80 também consolidaram pratos que continuam populares até hoje. Neste post, vamos explorar as comidas mais famosas dos anos 80, entender por que elas fizeram tanto sucesso e como elas ainda influenciam o que comemos atualmente.

O contexto gastronômico dos anos 80

Antes de mergulhar nos pratos, vale entender o cenário. Nos anos 80, houve uma mudança importante na forma como as pessoas se relacionavam com a comida:

  • A vida urbana estava mais acelerada
  • Mais mulheres entravam no mercado de trabalho
  • Surgia a valorização da praticidade na cozinha
  • Produtos prontos ou semi-prontos ganhavam espaço

Isso levou ao crescimento de alimentos congelados, enlatados e misturas prontas. Ao mesmo tempo, programas de TV e revistas começaram a popularizar receitas “diferentes”, muitas vezes com combinações que hoje parecem inusitadas.

comidas anos 80

1. Gelatina colorida (e suas variações criativas)

Se existe uma sobremesa que define os anos 80, é a gelatina — especialmente aquelas versões em camadas coloridas.

Ela era presença garantida em festas, almoços de família e sobremesas do dia a dia. O mais interessante é que não era apenas uma gelatina simples: havia versões com creme de leite, leite condensado e até frutas em conserva.

O sucesso da gelatina se explica por três fatores:

  • Barata
  • Fácil de preparar
  • Visual chamativo

Era uma sobremesa que impressionava sem exigir muito esforço — algo que combinava perfeitamente com a época.

2. Salada de batata e maionese “caprichada”

A salada de maionese já existia antes, mas nos anos 80 ela ganhou status de prato principal em muitos encontros.

O diferencial estava nos ingredientes extras:

  • Presunto em cubos
  • Maçã picada
  • Milho e ervilha enlatados
  • Cenoura cozida
  • Batata em abundância

Era uma mistura que refletia bem o estilo da década: combinar o clássico com o industrializado, criando algo prático e “completo”.

3. Estrogonofe 

O estrogonofe não nasceu nos anos 80, mas foi nessa década que ele se popularizou de vez no Brasil — e ganhou uma versão bem própria.

Ao contrário da receita original russa, a versão brasileira incluía:

  • Creme de leite
  • Ketchup
  • Mostarda
  • Às vezes até champignon em conserva

Servido com arroz branco e batata palha, virou um clássico que permanece firme até hoje.

4. Pavê (o famoso “é pavê ou pra comer?”)

Nenhuma lista de comidas dos anos 80 estaria completa sem o pavê.

Essa sobremesa ganhou fama não só pelo sabor, mas também pelo seu formato em camadas:

  • Biscoito maisena
  • Creme à base de leite condensado
  • Chocolate ou frutas

Era uma receita versátil, que permitia variações infinitas e sempre rendia bastante — ideal para reuniões familiares.

5. Bolo de aniversário com glacê colorido

Os bolos dos anos 80 eram visualmente marcantes. Nada de minimalismo: quanto mais cor, melhor.

Características típicas:

  • Cobertura com glacê bem doce
  • Decorações com bicos de confeitar
  • Cores vibrantes (rosa, azul, amarelo)
  • Personagens desenhados à mão

Era uma estética que valorizava o impacto visual e a celebração.

6. Sanduíche de pão de forma (estilo festa)

Muito comum em festas, esse sanduíche era simples, mas extremamente popular.

Ingredientes básicos:

  • Pão de forma sem casca
  • Maionese
  • Frango desfiado ou atum
  • Cenoura ralada

Às vezes, era montado em camadas, formando um “bolo salgado”. Era prático, fácil de servir e agradava praticamente todo mundo.

7. Carne de panela com batatas

Apesar de toda a modernidade da época, os pratos tradicionais continuavam fortes — e a carne de panela é um ótimo exemplo.

Ela representava:

  • Comida caseira
  • Refeições em família
  • Conforto

Mesmo com o avanço dos industrializados, esse tipo de preparo nunca perdeu espaço.

Por que ainda gostamos dessas comidas?

A resposta é simples: memória afetiva.

Esses pratos estão ligados a:

  • Infância
  • Reuniões familiares
  • Momentos de celebração

Mesmo que hoje existam opções mais sofisticadas, essas receitas continuam presentes porque carregam história.

Conclusão

As comidas dos anos 80 são um retrato fiel de uma década em transformação. Entre a praticidade dos industrializados e o aconchego da comida caseira, surgiram pratos que marcaram gerações.

Mais do que receitas, elas representam um estilo de vida — e entender isso ajuda a enxergar como a gastronomia evolui com o tempo.

Se você nunca experimentou algumas dessas combinações (ou quer reviver memórias), vale a pena trazer essas receitas de volta à cozinha. Talvez com pequenos ajustes, mas mantendo aquilo que realmente importa: o sabor e a história por trás de cada prato.

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02/05/2024

Mitos sobre Alimentos Enlatados
2.5.240 Comentários
A Bonduelle - líder mundial em produtos de origem vegetal minimamente processados - esclarece os principais mitos que envolvem os alimentos enlatados.
Na mesma medida em que cresce o envolvimento do brasileiro no preparo das suas próprias refeições, tem aumentado a busca por conhecimentos sobre alimentação e a importância dos alimentos para a saúde.
Neste contexto, ter a informação correta é a principal arma para garantir o bem-estar dos consumidores.
mitos enlatados

Mitos sobre Alimentos Enlatados

MITO 1: Alimentos enlatados têm conservantes?
Não. As conservas têm este nome porque o processo de esterilização a que são sujeitas permite que os alimentos se mantenham conservados.
O processo de esterilização é uma etapa crucial dentro de uma indústria e é o que garante a qualidade e segurança aos produtos da Bonduelle - que não utiliza nenhum tipo de aditivo ou conservantes nos seus produtos.
Os alimentos enlatados são cozidos dentro das próprias embalagens hermeticamente fechadas e em altas temperaturas. Por essa razão, não há necessidade de adição de conservantes. O que garante mesmo a preservação dos alimentos é o aquecimento em altas temperaturas durante o processamento, a ausência de ar e a não incidência da luz.

MITO 2: Lata amassada
Provavelmente, já se ouviu falar que uma lata amassada pode comprometer a qualidade dos alimentos ou interferir na composição nutricional dos produtos. Mas, de acordo com informações da Abeaço (Associação Brasileira de Embalagem de Aço), estas afirmações não passam de mitos. Com a evolução da tecnologia para embalagens, a lata de aço se tornou mais resistente, prática e segura.
O sistema de abertura e fechamento facilita o envase e o armazenamento de alimentos após abertos, assim como a criação de uma película interna flexível que acompanha a deformação da embalagem e protege o seu conteúdo mesmo em caso de amassamento.
Além disso, as latas de aço possuem uma série de vantagens frente a outras embalagens de acondicionamento, por serem hermeticamente fechadas. Este formato não só impede o contato do alimento com a luz e o oxigênio, como preserva as qualidades nutricionais do produto por muito mais tempo.
Pensando em uma maior segurança, a Bonduelle orienta que seus consumidores evitem consumir alimentos cujas latas estejam danificadas ou amassadas.

MITO 3: Alimentos enlatados perdem seu valor nutricional
Os vegetais envasados em latas de aço podem compor uma alimentação saudável e têm valor nutricional próximo ao alimento in natura. Isso acontece porque os alimentos são colhidos no seu pico nutricional e a embalagem de aço bloqueia a incidência de luz e oxigênio, fatores que aceleram a degradação do alimento.
Portanto, a lata conserva o sabor e propriedades nutricionais dos alimentos por mais tempo. Além disso, seu processo de fabricação impede que os micro-organismos se desenvolvam e elimina em 99% os resíduos de pesticidas no interior da lata, segundo a Abeaço (Associação Brasileira de Embalagem de Aço).

MITO 4: Botulismo
Alimentos enlatados não causam botulismo. Na verdade, o botulismo nada tem a ver com a embalagem. A causa desse tipo de intoxicação está diretamente relacionada ao processamento do alimento por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum, presente no solo em alimentos contaminados e mal conservados.

MITO 5: Sódio
O aumento da demanda por alimentos saudáveis é uma tendência mundial e o baixo teor de sódio é uma das características mais procuradas pelos consumidores. As empresas estão cada vez mais conscientes da necessidade de oferecer ao consumidor produtos que contribuam para uma alimentação saudável e equilibrada.
O sódio é um nutriente essencial para o organismo: regula a quantidade de líquidos que ficam dentro e fora das células e atua na condução de estímulos nervosos e na contração muscular. Porém, quando há excesso do nutriente no sangue pode ocorrer alteração no equilíbrio dos fluídos internos do corpo, sobrecarregando o coração e os rins, resultando em hipertensão e outras doenças.
Existe a crença de que os vegetais enlatados contém sódio em excesso. No entanto, a quantidade de sal é uma escolha de cada fabricante, e serve apenas para dar tempero ao alimento, não para conservar. 

A Bonduelle oferece produtos para cada necessidade dos consumidores: a linha TRADICIONAL, com vegetais que vão do campo à lata em até 8 horas e com a quantidade de tempero padrão. 
Também possui a linha SUAVE - Milho, Ervilha, Dueto, Seleta e Grão de Bico – com redução de 40% de sódio e apenas duas pitadas de sal, para realçar o sabor. 
E a linha AO NATURAL, que não contém nenhuma adição de sódio. Ou seja, apenas legumes e água, mais nada.

MITO 6: O T nas embalagens é bom
O símbolo T nas embalagens dos alimentos tem como objetivo informar ao consumidor que aquele produto é transgênico, ou seja, é modificado geneticamente com a alteração do código genético (DNA) e produzido em laboratório por meio de técnicas artificiais de engenharia genética.
Muito se discute sobre os impactos desses alimentos na saúde, mas, de fato, quais riscos eles podem causar? Já se sabe que os transgênicos podem causar alguns riscos à saúde humana, como o aumento das alergias. Outro perigo é o aumento da resistência aos antibióticos, o que é uma séria ameaça à saúde pública. Existe ainda, risco relacionado às toxinas presentes em genes de plantas e insetos, que podem aumentar desproporcionalmente com a inserção em alimentos. Há, ainda, os riscos à saúde e ao meio ambiente causados pelos agrotóxicos e a possível contaminação de plantações não transgênicas com genes modificados.
Deste modo, sempre que possível, é preferível optar por alimentos que não utilizem matéria-prima transgênica. A Bonduelle, por exemplo, não utiliza grãos transgênicos, tanto na linha nacional quanto na linha importada.

Mito 7: Legumes enlatados não são uma opção saudável
Os legumes enlatados podem ser bons companheiros da cozinha saudável e prática. As latas de aço vêm conquistando cada vez mais espaço no mercado global de alimentos, por iniciativas que asseguram as características próprias dos produtos para consumo, proporcionando praticidade, qualidade e segurança aos consumidores. Além disso, são uma ótima opção para evitar o desperdício de alimento e aumentar o consumo de vegetais no dia a dia.

Mito 8: As latas são inimigas do meio ambiente
Se por um lado há milhares de empresas investindo fortemente em inovação a fim de alcançar um futuro mais sustentável e com menos impactos ao meio ambiente, por outro é possível perceber o expressivo aumento no uso de materiais como o plástico, por exemplo, que pode levar até 400 anos para se decompor, prejudicando lençóis freáticos, mares e claro, a vida animal.
Segundo um levantamento do Credit Suisse, anualmente, são produzidas mais de 400 milhões de toneladas de plástico ao redor do mundo. O levantamento ainda diz que, a cada ano, mais de 350 milhões de toneladas de plástico viram resíduos.
Para mudar essa realidade, é necessário não só inovar, mas buscar por opções de materiais que una qualidade, segurança e sustentabilidade, e é nesse cenário que a lata de aço tem um papel bastante relevante. Sendo 100% reciclável, a lata descartada após o uso dos alimentos, pode retornar ao consumidor em forma de tesoura, maçaneta, automóvel, ou até mesmo uma nova lata, estimulando assim a economia circular, reduzindo a dependência de recursos virgens e minimizando o impacto ambiental associado à extração de matérias-primas.

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