Menu Criativo

16/01/2019

Leite Vegetal
16.1.190 Comentários
Iogurtes, queijos, manteiga e leite são alimentos comuns na mesa das pessoas. Mas, de uns tempos para cá, muito se fala sobre alimentação vegetariana e de outras alternativas aos alimentos de origem animal, como o consumo de leite vegetal, por exemplo. Você já ouviu falar de leite de castanha, de amêndoas, arroz ou coco?


Leites vegetais podem ser uma excelente pedida para quem pratica esportes ou não consome lactose. Ricos em antioxidantes, vitaminas, minerais e compostos em sua maioria de gordura saturada boa e triglicérides de cadeia média – que ajudam a diminuir o colesterol ruim –, o leite vegetal é rapidamente metabolizado no fígado como fonte energética.

E tem mais razões para pensar em aderir ao consumo do leite vegetal. Algumas dessas bebidas ainda possuem boas quantidades de ferro e de fibras solúveis e/ou insolúveis, que melhoram o funcionamento intestinal, diminuem o colesterol e mantém os níveis de açúcar no sangue mais estáveis.

Tipos de leite vegetal

Além de saborosos, estes leites são riquíssimos em antioxidantes, o que os torna interessantes para quem pratica esportes, onde há aumento na produção de radicais livres.

Mas, atenção: o leite vegetal tem características diferentes, dependendo do grão que você escolher.
Leite de arroz, por exemplo, é fonte de vitamina D, cálcio e mais rico em carboidratos, o que o torna uma opção bacana para um pós-treino, quando há a necessidade de repor o glicogênio muscular utilizado na corrida.
Leite vegetal de castanhas é fonte de selênio e vitamina E. Ele também tem um poder de saciedade grande, já que é rico em gorduras boas.
Leite de amêndoas, indicado principalmente para quem está controlando o peso ou tem problemas de gastrite, é rico em zinco, cálcio, magnésio, ferro e potássio. Ele é mais indicado para quem está corrigindo seus níveis de colesterol, já que tem o poder de aumentar o HDL e diminuir o LDL (colesterol bom e ruim, respectivamente).
Leite de coco tem capacidade antifúngica e antiviral, já que é rico em um componente chamado ácido láurico, que protege os intestinos de bactérias nocivas.

Receita de leite vegetal

Preparar um leite vegetal em casa é muito simples. Basta levar ao liquidificador 500 g da castanha que preferir, ou lascas de coco seco na mesma quantidade e adicionar água morna até cobrir o conteúdo. Bata em velocidade média por três minutos e despeje o liquido em um guardanapo de pano limpo ou voal.

É necessário torcer o conteúdo até que o leite seja coado naturalmente para fora do guardanapo. Ele pode ficar na geladeira por até três dias.
É uma ótima opção para bater com frutas e fazer um smoothie ou adicionar em receitas. 

Os resíduos que sobrarem são fibra pura e podem ser utilizados para salpicar frutas, ou compor receitas de pães e bolos, farofa, patês, ou que preferir.
Dica: Leve ao forno por 30 minutos e faça uma farinha seca, que dura mais e pode ser utilizada no preparo de diversas receitas.

Nas prateleiras

Para quem não tem tempo de preparar sua própria bebida vegetal já existem opções prontas nos supermercados e lojas de produtos naturais. Fique de olho na composição e tabela nutricional.
Leia Mais

15/01/2019

Dicas para Controlar as Porções de Comida do seu Prato
15.1.190 Comentários
Você provavelmente já ouviu falar que controlar as porções de comida que você coloca no prato traz diversos benefícios para o corpo e que, muitas vezes, é a chave para a perda de peso, meta de muitas pessoas.
Faz todo o sentido: comendo porções menores você vai consumir menos calorias. Só que nem sempre é tão simples assim. Há muitas pessoas que não conseguem emagrecer porque cometem excessos, independentemente do volume de alimento ingerido.

Foto: Ella Olsson

Isso porque é fácil exagerar quando se tem por perto enormes porções em restaurantes, embalagens (tamanho gigante!) nos supermercados e tudo o que você quiser (e puder!) comer nos bufês.
Por isso, para que a rotina alimentar seja equilibrada, é importante acertar tanto na parte qualitativa quanto na quantitativa da dieta.

Lembre-se sempre de que nutrientes em excesso não trarão benefícios extras. Ao contrário: eles podem prejudicar o equilíbrio do metabolismo, além de resultar no temido ganho de gordura corporal e no desequilíbrio na interação de nutrientes.

Por outro lado, ingerir porções menores que as recomendadas influencia negativamente no seu desempenho físico e cognitivo, minando os seus recursos imunológicos e a sua capacidade de se adaptar ao estresse, por exemplo.

Dicas para controlar as porções de comida e ganhar mais saúde


1. Coma apenas o que estiver com vontade
Caso contrário, você corre o risco de ingerir uma série de outros alimentos e, mesmo assim, não sentir-se satisfeito. Mas controle a quantidade, e se o alimento for muito calórico, prepare-se para ingerir apenas uma pequena porção.

2. Não se preocupe em comer tudo
Ao jantar fora, algumas pessoas limpam o prato, mesmo quando já estão satisfeitas e a porção é gigante. Se você é também é assim, não caia nesta armadilha. Obedeça aos sinais do seu corpo.
Peça para que o garçom embrulhe as sobras assim que você sentir que já comeu o suficiente para não sentir mais fome. Desta forma, você não continuará comendo e ainda economizará na refeição seguinte.

3. Compre alimentos em porções individuais
Seja sincero: uma vez que um saco de batatas fritas grande é aberto, é muito difícil você parar de comer antes que ele termine. Por isso, compre lanches individuais para não consumir mais do que deve.
Caso você prefira economizar comprando pacotes maiores, no entanto, divida o lanche em pequenos saquinhos assim que chegar em casa.

4. Leia os rótulos cuidadosamente
Muitos alimentos e bebidas são embalados em porções maiores, com duas ou mais unidades. No entanto, as calorias e outras informações nutricionais que aparecem no rótulo são para apenas uma unidade.
A menos que você leia com cuidado, pode estar consumindo mais calorias do que pensa. Então é bom certificar-se de verificar o número de porções por embalagem em primeiro lugar e, em seguida, comer ou beber apenas uma unidade.

5. Use pratos menores
Diminuir a louça da sua casa também pode ajudá-lo. O psicólogo norte-americano Brian Wansink, autor do livro Mindless Eating, fez uma pesquisa com 85 especialistas em alimentação e provou que isso realmente funciona.
Para alguns, ele ofereceu sorvete em uma tigela pequena, e para outros em um pote maior. Mesmo os especialistas, que deveriam conhecer essa regra, caíram na armadilha e se serviram com 31% mais sorvete na tigela grande.
Por isso, use pratos, tigelas e copos menores para as suas refeições. Além disso, prefira as colheres pequenas para servir os alimentos mais calóricos, com coberturas e molhos, e os grandes para os itens com baixo teor calórico, como os vegetais.

6. Salada: uma ótima aliada
Evite comer alimentos calóricos quando estiver fome. Faça antes uma refeição equilibrada e deixe a guloseima apenas para degustação.
Atente-se, ainda, para o fato de que durante esse processo de reeducação alimentar você ficará tentado a comer porções maiores em alguns casos.
Para fugir da vontade súbita, complete o seu prato com baixas calorias vegetais, como aipo, cenouras ou folhas verdes. Por serem muito ricos em fibras, eles vão auxiliar na sensação de saciedade sem acrescentar muitas calorias ao prato.

7. Espere antes de encher o segundo prato
Se você já comeu, mas ainda está com fome, tente esperar 10 minutos antes de repetir. Seu estômago precisa desse tempo para sinalizar ao cérebro que está satisfeito.
Então, em vez de ir para o segundo prato de macarrão, tente se distrair com algo, conversando com alguém ou lendo, caso esteja comendo sozinho. Se você estiver realmente com fome, depois desse tempo sirva-se novamente, mas opte por alimentos de baixa caloria.

Fonte: Ativo Saúde
Leia Mais

14/01/2019

6 Comidas para Provar em Londres
14.1.190 Comentários
Londres pode não ser reconhecida por sua gastronomia, que não é mundialmente renomada como a culinária francesa ou italiana por exemplo - porém, é possível encontrar cozinhas do mundo inteiro passeando pela capital Inglesa. 

12019/Pixabay
Em Londres, existem pubs, bares e restaurantes para todos os gostos e de variadas culturas diferentes. Em uma breve caminhada pela cidade, é possível encontrar restaurantes indianos, japoneses, árabes, vietnamitas e até mesmo brasileiros, representando a gastronomia do mundo todo. 

Porém, quando um intercambista ou um turista chega em um lugar diferente e deseja conhecê-lo por completo, se aprofundando em suas origens, nada melhor do que começar provando a gastronomia local. Por isso, no artigo de hoje, iremos conhecer 6 comidas tipicamente britânicas que não podem ficar de fora do cardápio dos turistas que estão de passagem pela capital inglesa. 

NickFewings/Unsplash

1. Fish and Chips 

Uma das comidas mais conhecidas e clássicas da Inglaterra é o tradicional prato de peixe acompanhado de batata frita. A origem da receita é muito antiga, sendo difícil saber a exata história por trás de seu surgimento - os Irlandeses inclusive reivindicam autoria do prato! 

O prato é simples: um filé de peixe empanado, frito e temperado com sal, vinagre e malte (geralmente leva cerveja na receita). E é claro, para acompanhar, uma generosa porção de batata frita e ervilhas frescas ou em formato de purê - guarnições aliás bastante frequentes nas refeições inglesas. Você pode experimentar tanto em restaurantes quanto em feirinhas de rua – muito populares nos finais de semana dos ingleses. 

AndyWang/Unsplash

2. English Breakfast 

Outro prato extremamente típico e popular na terra da rainha é o típico café da manhã inglês. É um prato bem reforçado que contém ovos, bacon, feijão ao molho de tomate (baked beans), pão torrado, cogumelos, hash browns (tipo um bolinho de batata ralada frito) e linguiça - alguns ainda incluem chouriço. O prato é, com certeza, um pouco alternativo para o paladar do brasileiro, que geralmente prefere algo mais “leve” logo de manhã. 

O English Breakfast é encontrado por toda a cidade por preços bem convidativos e, com certeza, é uma ótima opção para quem busca começar o dia de passeios com bastante energia. 

FitNish/Unsplash

3. Pie and Mash 

Por Londres, “pie” é uma torta salgada e não um bolo ou torta doce – como nós brasileiros estamos mais acostumados! Os britânicos são grandes fãs de tortas salgadas, que são servidas em diferentes formatos e, geralmente, são servidas de forma individual ou em potinhos, neste caso a massa fica apenas por cima, como uma espécie de “tampa”. 

O recheio tradicional é de carne - de vaca ou cordeiro - e rim - o que pode não ser muito atrativo para diversas pessoas - porém, existem vários outros tipos de recheios disponíveis nos restaurantes pela cidade. 

A versão original também é acompanhada por purê (que dá nome ao prato, traduzido literalmente como “Torta e Purê”) e ervilha. E geralmente ele é combinado com uma pint de cerveja (medida do copo de chope de 500 ml) para beber, mas também vai bem com diversas receitas de drinks - que tal aproveitar para provar o tradicional Pimm's, um licor de frutas misturado com refrigerante de limão que bomba por lá no verão? 

Aqui você pode conferir também algumas inspirações e receitas de drinks para compor perfeitamente a sua refeição. 

4. Jacket Potato 

As Jacket Potato são nada mais batatas assadas (e também encontradas como Baked Potatos), parecidas com as que comumente encontramos por aqui com diversos tipos de opções de recheios. Porém, em Londres, é comum encontrá-las recheadas com queijo ou feijão ao molho de tomate (ingrediente comum por lá, pode parecer estranho a princípio, mas a combinação acaba sendo bem interessante). O termo Jacket (jaqueta em português) se refere à crocância que se dá a casca da batata depois de assada. 

5. Shepherd's Pie 

Outro prato bastante comum é a Shepherd's pie, que na verdade não vem no formato tradicional de torta, apesar do nome, se assemelhando mais ao escondidinho de carne que estamos acostumados a encontrar no Brasil. “Shepherd” significa pastor, e no caso do prato é associado especificamente àqueles que cuidam de carneiros, pois seu recheio é justamente é feito com carne moída cordeiro (existe a versão feita com carne de vaca, porém aí ela é chamada de “cottage pie”). 

Jelleke/Unsplash

6. Scones 

É bem provável que você conheça a fama do tradicional “chá das cinco” Inglês, e os scones são um dos acompanhamentos normalmente servidos durante essa ocasião. Eles são uma espécie de bolinhos feitos de aveia, cevada ou trigo, e normalmente são servidos acompanhados de geleias de frutas e creme ou manteiga - de fato são perfeitos para um chá da tarde, não é mesmo? 

Quando você fizer seu plano de viagem para conhecer a charmosa capital do Reino Unido, não se esqueça de incluir no roteiro de viagem passeios gastronômicos para saborear as delícias locais. Assim, você vai conhecer de pertinho um pouco mais sobre a cultura inglesa de uma das melhores maneiras possíveis: pelo paladar!
Leia Mais

09/01/2019

Pasta de Amendoim - Benefícios e Como Fazer
9.1.190 Comentários
Pasta de amendoim, ou manteiga de amendoim, é um alimento que se tornou bastante popular devido a sua utilização por praticantes de atividades físicas e também pessoas que desejam melhorar a saúde de forma geral.
Esse interesse parte do fato de a pasta ser rica em nutrientes, o que proporciona diversos benefícios. Conheça quais e como aproveitá-los:

Propriedades

A pasta de amendoim é fonte de vitaminas e minerais – como manganês, cromo, cobre, molibdênio e ácido oleico –, além de antioxidantes como o resveratrol (o mesmo presente nas uvas).
Ela ainda é uma fonte de energia bastante equilibrada e que fornece todos os três macronutrientes: carboidratos, proteínas e gorduras.

Benefícios da pasta de amendoim

A pasta de amendoim é muito utilizada por praticantes de atividades físicas devido à sua alta quantidade de proteína por porção (aproximadamente 4 g em cada colher de sopa).
Além disso, costuma ser aliada de quem quer perder peso, já que suas quantidades de fibras e gorduras monoinsaturadas auxiliam no aumento da saciedade e, consequentemente, na diminuição da ingestão de alimentos com alta densidade calórica.
A gordura auxilia também na absorção de vitaminas lipossolúveis (vitaminas A, D, E e K).

Boa para o coração

A pasta de amendoim é rica em gorduras monoinsaturadas, as chamadas “gorduras boas”. Elas contribuem com a saúde do coração.
Além disso, a presença de potássio ajuda os rins a filtrar o sangue e manter o sistema nervoso central em ordem, o que reflete na regulação da pressão arterial.

Ajuda a emagrecer

A pasta contém três macronutrientes (gorduras, proteínas e carboidratos) e grande quantidade de fibras que promovem sensação de saciedade – ou seja, afastam a fome por mais tempo e reduzem a chance de deslizes na dieta.
Isso é muito bom, principalmente, para pessoas em regimes restritivos.

Dá energia antes, durante e depois do treino

A pasta de amendoim pode ser muito útil tanto no pré-treino quanto no pós-treino por ter uma ótima quantidade de proteínas.
Na refeição pré-treino ela ajuda os praticantes de atividades físicas por causa de sua boa fonte nutricional, que dá mais energia. Além disso, o consumo de um carboidrato com pasta de amendoim neste período diminui o índice glicêmico e evita a hipoglicemia no exercício – mal-estar que ocorre quando o nível de açúcar no sangue fica muito baixo.
Na refeição pós-treino é importante para repor as perdas de nutrientes e colaborar com a construção da massa muscular.

Como consumir?

A pasta de amendoim pode ser facilmente incorporada a refeições, já que permite inúmeras combinações, como com sanduíches, bolos, sobremesas e até mesmo saladas.
Para obter seus benefícios nutricionais é importante optar pela versão pura (sem adição de açúcar, adoçante, aditivos ou outros ingredientes).
Além disso, o ideal é que a pasta de amendoim seja comprada e armazenada em pote de vidro ao invés de potes plásticos, já que eles contêm uma substância chamada bisfenol que pode causar diversas alterações na função fisiológica, como infertilidade, alergias alimentares, alterações na função do fígado, entre outras.

Quanto por dia?

O ideal é consumir aproximadamente 2 colheres de sopa de pasta de amendoim por dia, por volta de 30 g. Isso é o necessário para aproveitar os benefícios.
Vale lembrar que a quantidade pode variar para cada pessoa Atletas, por exemplo, podem consumir maiores porções.

Como fazer pasta de amendoim?

Ingredientes
1 xícara de chá de amendoim torrado, sem pele e sem sal
1 colher de chá de açúcar cristal (pode ser mel, açúcar mascavo ou demerara)
1 colher de chá de óleo de coco

Modo de preparo
Em fogo baixo, deixe o amendoim soltar seu óleo por cerca de 5 minutos, apenas para esquentar, sem torrar. Leve ao processador ou liquidificador e bata até virar uma pasta.
Acrescente o açúcar e o óleo de coco, bata mais um pouco. Está pronta sua receita de pasta de amendoim.

O ideal é armazená-la em vidro e fora da geladeira para não endurecer.

Fonte: Ativo Saúde
Leia Mais

08/01/2019

Alimentação no Verão
8.1.190 Comentários
No calor fique atento com a sua alimentação, o descuido pode fazer você perder dias preciosos de suas férias, então se ligue nessas dicas;


  • Alimentos indicados: frutas, verduras, legumes, folhas verdes, cereais integrais, pães integrais, carnes magras, queijos menos gordurosos, sobremesas à base de frutas e muitos líquidos. Faça refeições mais leves
  • Alimentos a serem evitados: alimentos gordurosos (carnes gordas, queijos gordurosos, molhos à base de creme de leite, maionese). Evitar frituras e maneirar na bebidas alcoólicas. Pois no verão nosso organismo fica mais sensível aos condimentos fortes e às gorduras, podendo causar desconforto e mal estar.
  • Fracione as refeições diárias (coma mais vezes, em menor quantidade).
  • Se for comer um sanduíche, escolha os que são feitos com carnes magras, como um peito de peru, frango e queijos magros( ricota, cottage). As carnes magras possibilitam uma digestão melhor, evitando o desconforto intestinal.
  • Ingestão de líquidos devem ser freqüente (água, sucos naturais, chás e água de coco).
  • Prefira os sorvetes ou picolés à base de água e polpa de frutas, pois são os menos calóricos.
  • Cuidado com os alimentos feitos com leite, gordura e ovos na sua preparação. Necessitam de refrigeração adequada, pois o calor aumenta a proliferação de bactérias que podem causar intoxicação alimentar.
  • Evitar alimentar em locais que não apresentam boas condições de higiene.
  • Seja criterioso ao escolher locais para consumir frutos do mar e pescados.Procure saber a procedência dos alimentos.
  • Não consumir de forma alguma alimentos perecíveis que ficam expostos à temperatura ambiente.
Fonte: Guia de Praias
Leia Mais

07/01/2019

Castanhas - Como Escolher e Consumir
7.1.190 Comentários
Recentemente, as castanhas se transformaram em sinônimo de saúde, invadiram academias e estão na bolsa para aquele momento de fome. De fato, as sementes oleaginosas – como nozes, avelã, castanhas-do-Brasil (ou do Pará), amêndoas, macadâmias e outras – fazem bem ao organismo desde que consumidas com moderação, pois além de fontes de vitaminas, minerais, proteínas, carboidratos e compostos antioxidantes, também são muito ricas em lipídios (óleos).


A castanha embalada a vácuo, por exemplo, dura mais. Depois de aberta, guardá-la no armário vai favorecer a oxidação. Caso isso ocorra, ela ficará com odor desagradável e com um gosto um pouco amargo, em função dos produtos de oxidação gerados. Para não ficar rançosa, deve-se guardar num lugar sem ar e frio. Um freezer é o ideal, mas é bom lembrar que as reações de oxidação são minimizadas, elas não desaparecem.

A oxidação não tem sérias implicações para a saúde porque o consumo dessas castanhas é muito baixo e, para ter problemas, a pessoa teria de ingerir grandes quantidades. Como o valor calórico é muito alto, não se consegue consumir demais. Além disso, a intoxicação por produtos oriundos da oxidação é rara porque a maior parte desses compostos emite odores que provocam aversão. O gosto e cheiro são tão ruins que ninguém consegue consumir.

Infelizmente, não há nenhum “truque” a ensinar para a escolha de castanhas – como apalpar, cheirar a casca, jogar para cima ou coisa assim. Mas há dicas que podem ajudar a comprar produtos com boa qualidade.
  • A primeira dica é escolher um fornecedor de confiança. Uma marca em que você confia, um comerciante de quem você já compre há muito tempo;
  • Se possível, dê preferência às castanhas comercializadas com a casca. Elas estão menos expostas aos ambientes do armazenamento e do ponto de venda;
  • Caso queira comprar a castanha sem a casca, opte por embalagens a vácuo. Elas tanto protegem contra a umidade quanto evitam o contato com o oxigênio, retardando a oxidação e também evitando a proliferação de fungos, que são aeróbios;
  • Com ou sem casca, se possível, opte por embalagens fechadas;
  • Caso queira comprar de um fornecedor a granel, não se acanhe: peça para provar uma castanha da saca. Você não conseguirá saber se ela tem micotoxinas, mas saberá se está rançosa – ou seja, oxidada;
  • Ainda no caso do fornecedor a granel, pergunte a procedência do produto. E procure atentar para as condições em que o produto está armazenado (atente, sobretudo, para presença de umidade e exposição à luz);
  • Seja embalado ou a granel, não compre caso a casca esteja recoberta com aquela “penugem”, aquele “veludinho” branco ou verde: aquilo é contaminação por fungo;
  • Caso esteja em um supermercado, as embalagens devem ter prazo de validade: tanto as que trazem as castanhas na casca quanto as que ofertam as iguarias descascadas. Atente para ele. Na compra a granel, não há como saber a validade, mas alguns especialistas recomendam consumo em, no máximo, seis meses;
  • Evite comprar as castanhas moídas ou trituradas, a não ser que vá usar tudo de uma vez (como, por exemplo, em uma receita). Isso porque, nelas, a superfície de exposição ao ar é maior, e isso favorece a oxidação e a absorção de umidade e fungos do ar;
  • Caso tenha consumido as castanhas e nozes no Natal e no Ano Novo e não vá usar mais as castanhas tão cedo, congele-as. Você retardará a oxidação e poderá utilizá-las em outro momento. Caso queira seguir consumindo, pode guardá-las na geladeira.
Fonte: Ministério da Saúde
Leia Mais

26/12/2018

5 Dicas - Legumes
26.12.180 Comentários

  1. Para tirar a baba pegajosa dos quiabos, pingue algumas gotas de limão por cima.
  2. Antes de fritar berinjelas, passe na farinha de rosca misturada com clara de ovo. Assim, elas não absorverão muito óleo.Corte a berinjela crua em fatias e mergulhe em água com um pouco de leite, durante meia hora. Dessa forma, a berinjela fica mais macia e não escurece.
  3. Coloque meia xícara de leite na água em que for cozinhar couve-flor. Ela ficará mais clara e saborosa e não desprenderá seu cheiro característico.
  4. A água que você usou para cozinhar beterrabas pode ser aproveitada no cozimento do feijão.
  5. Aproveite a água do cozimento dos legumes para cozinhar o arroz ou colocar no risoto ou sopa, pois ela contém sais minerais e vitaminas.
Leia Mais

LinkWithin

Licença Creative Commons
Menu Criativo de Ana Paula Castelli está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional

Menu Criativo® é uma marca registrada por Ana Paula Castelli sob nº processo 906768420 no INPI.