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26/05/2026

Comidas mais Famosas dos anos 2000
26.5.260 Comentários

 Se os anos 90 foram dominados pela praticidade e pela explosão dos industrializados, os anos 2000 trouxeram um cenário ainda mais diverso — e, de certa forma, mais consciente. Foi uma década de transição: ao mesmo tempo em que o fast food continuava forte, surgia um interesse maior por alimentação “diferente”, internacional e até mais saudável.

A internet começava a influenciar hábitos, programas de culinária ganhavam popularidade e novas tendências chegavam com mais velocidade. O resultado? Uma mistura bem interessante de conveniência, experimentação e início de uma preocupação com qualidade dos ingredientes.

Neste post, você vai conhecer as comidas anos 2000 mais famosas, entender por que elas fizeram tanto sucesso e como muitas ainda fazem parte do nosso dia a dia — mesmo que com outra cara.

O cenário gastronômico dos anos 2000

Antes de ir direto aos pratos, vale entender o contexto.

Os anos 2000 foram marcados por:

  • Crescimento da internet e acesso à informação
  • Popularização de programas de culinária na TV
  • Expansão de redes de fast food e casual dining
  • Chegada mais forte de culinárias internacionais
  • Início da preocupação com alimentação saudável

Foi uma década em que as pessoas começaram a explorar mais. Comer deixou de ser apenas rotina e passou a ser também descoberta.

comidas anos 2000

1. Sushi (popularização no Brasil)

Embora já existisse antes, foi nos anos 2000 que o sushi realmente se popularizou no Brasil.

O que antes era visto como algo “sofisticado” começou a se tornar mais acessível, principalmente com:

  • Rodízios japoneses
  • Restaurantes especializados em shopping centers
  • Combos promocionais

Peças como:

  • Hot roll
  • Uramaki
  • Temaki

Passaram a fazer parte do repertório de muita gente — mesmo de quem nunca tinha contato com a culinária japonesa antes.

2. Temaki (o “fast food japonês”)

Se o sushi abriu caminho, o temaki consolidou a tendência.

Ele ficou popular por ser:

  • Prático
  • Personalizável
  • Fácil de consumir com as mãos

Era comum ver filas em temakerias, especialmente em áreas urbanas. O formato “cone” ajudava a transformar algo tradicional em uma experiência mais casual.

3. Açaí na tigela

O açaí deixou de ser um alimento regional do Norte e virou febre nacional nos anos 2000.

Mas com uma adaptação importante:

  • Mais doce
  • Com acompanhamentos

Os combos clássicos incluíam:

  • Granola
  • Banana
  • Leite condensado

Era visto tanto como sobremesa quanto como opção “energética”, principalmente entre jovens e praticantes de atividade física.

4. Saladas prontas e refeições “fit”

Pela primeira vez, começa a aparecer com mais força a ideia de alimentação saudável no dia a dia.

Não era ainda o nível atual, mas já existia:

  • Saladas prontas em supermercados
  • Restaurantes com foco em comida leve
  • Opções “low fat”

Era o início de uma mudança de mentalidade.

5. Cupcakes

Os cupcakes viraram febre, especialmente no final da década.

Pequenos, decorados e visualmente chamativos, eles apareciam em:

  • Festas
  • Cafeterias
  • Eventos

A grande diferença era o foco no visual:

  • Coberturas elaboradas
  • Cores variadas
  • Decorações detalhadas

Era uma sobremesa pensada tanto para comer quanto para fotografar (mesmo antes do Instagram dominar tudo).

6. Chocolate meio amargo e gourmetização

Os anos 2000 marcaram o início da valorização de chocolates mais intensos.

O chocolate ao leite ainda dominava, mas começaram a ganhar espaço:

  • Chocolates com maior teor de cacau
  • Marcas premium
  • Combinações com frutas secas e castanhas

Era o começo da chamada “gourmetização” de produtos simples.

7. Pizza com borda recheada

A pizza continuou forte — mas ganhou um upgrade importante: a borda recheada.

Esse detalhe fez sucesso porque:

  • Aproveitava toda a pizza
  • Aumentava a sensação de indulgência
  • Tornava o prato ainda mais atrativo

Sabores como:

  • Catupiry
  • Cheddar
  • Chocolate (em versões doces)

Viraram tendência rapidamente.

O que mudou de lá pra cá?

Hoje, muitas dessas tendências evoluíram:

  • O sushi virou algo comum
  • O açaí ganhou versões mais naturais
  • A alimentação saudável se consolidou
  • A gourmetização virou padrão em muitos casos

Mas o que começou nos anos 2000 foi justamente essa transição entre o “comer por praticidade” e o “comer com intenção”.

Ainda vale a pena revisitar essas comidas?

Sem dúvida.

Muitas dessas opções continuam relevantes porque:

  • São versáteis
  • Permitem adaptações
  • Atendem diferentes estilos de vida

A diferença é que hoje existe mais informação — o que permite fazer escolhas mais equilibradas.

Conclusão

As comidas dos anos 2000 representam uma virada importante na forma como nos relacionamos com a alimentação. Foi a década em que começamos a explorar mais, experimentar mais e, aos poucos, pensar mais sobre o que estamos comendo.

Entre sushi, açaí, cupcakes e sanduíches personalizados, surgiu uma nova forma de enxergar a comida — menos automática e mais consciente.

Se você olhar bem, muita coisa que consumimos hoje nasceu ali. E entender isso ajuda a perceber como a gastronomia evolui junto com o comportamento das pessoas.

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19/05/2026

Comidas mais Famosas dos Anos 90
19.5.260 Comentários

 Se os anos 80 foram marcados pela praticidade e pelo boom dos industrializados, os anos 90 deram um passo além — e misturaram tudo isso com uma pitada de globalização. Foi uma década em que novos sabores começaram a chegar com mais força ao Brasil, enquanto os produtos prontos continuavam dominando a rotina de muita gente.

A comida dos anos 90 tem uma característica bem clara: ela é híbrida. Ao mesmo tempo em que ainda vemos receitas simples e familiares, surgem influências internacionais, fast food em ascensão e uma obsessão crescente por praticidade. E, claro, muito açúcar, muito creme e combinações que hoje despertam tanto nostalgia quanto curiosidade.

Neste post, você vai conhecer as comidas anos 90 mais famosas, entender o contexto por trás delas e perceber como muitas continuam presentes — às vezes quase iguais, às vezes reinventadas.

O cenário gastronômico dos anos 90

Antes de entrar nos pratos, vale entender o que estava acontecendo naquela época.

Os anos 90 trouxeram algumas mudanças importantes:

  • A popularização dos supermercados maiores e mais completos
  • Crescimento das redes de fast food
  • Abertura maior para produtos importados
  • Consolidação de marcas alimentícias fortes
  • Rotina ainda mais corrida nas cidades

Isso impactou diretamente o que ia para a mesa. A comida precisava ser rápida, prática e, de preferência, padronizada. Ao mesmo tempo, havia curiosidade por novidades — o que abriu espaço para pratos de fora e novas versões de receitas clássicas.

comidas anos 90

1. Miojo (macarrão instantâneo)

Se existe um símbolo absoluto das comidas anos 90, é o miojo.

Barato, rápido e praticamente impossível de errar, ele virou um verdadeiro fenômeno — especialmente entre jovens, estudantes e quem precisava de uma refeição em minutos.

O preparo era simples:

  • Água
  • Temperinho pronto
  • 3 minutos no fogo

Mas o mais interessante é que muita gente começou a “incrementar” o miojo:

  • Ovo
  • Queijo
  • Salsicha
  • Legumes

Era o início de uma tendência que continua até hoje: personalizar o básico.

2. Lasanha congelada

Os anos 90 consolidaram de vez os alimentos congelados como solução do dia a dia — e a lasanha pronta virou um clássico.

Ela representava algo importante:

  • Praticidade sem abrir mão de uma refeição “completa”

Bastava levar ao forno (ou micro-ondas, que também se popularizou nessa época), e pronto.

Era comum em:

  • Almoços rápidos
  • Jantares improvisados
  • Finais de semana sem vontade de cozinhar

3. Batata frita e fast food

Foi nos anos 90 que as grandes redes de fast food realmente se consolidaram no Brasil.

A batata frita virou praticamente um acompanhamento universal — principalmente junto com:

  • Hambúrguer
  • Refrigerante
  • Nuggets

Mais do que comida, era uma experiência:

  • Comer fora
  • Ir ao shopping
  • Encontrar amigos

A alimentação começava a se conectar mais com lazer e estilo de vida.

4. Brigadeiro 

O brigadeiro já existia há décadas, mas nos anos 90 ele ganhou ainda mais espaço — principalmente em festas infantis.

Era difícil encontrar uma comemoração sem:

  • Brigadeiro
  • Beijinho
  • Cajuzinho

O diferencial da época era o volume: tudo em grande quantidade, com foco em agradar todo mundo.

5. Geladinho / sacolé / chup-chup

Dependendo da região, o nome muda — mas a ideia é a mesma.

Esses geladinhos caseiros eram extremamente populares, especialmente entre crianças.

Sabores comuns:

  • Leite condensado
  • Chocolate
  • Frutas

Além de baratos, eram fáceis de fazer e vender, o que também transformou esse doce em fonte de renda para muita gente.

6. Cachorro-quente completo

O cachorro-quente dos anos 90 no Brasil ganhou identidade própria — e ficou bem diferente da versão americana.

Ingredientes comuns:

  • Salsicha
  • Molho de tomate
  • Milho
  • Ervilha
  • Batata palha
  • Purê de batata (em algumas regiões)

Era praticamente uma refeição completa dentro de um pão.

7. Danoninho e sobremesas industrializadas

Os anos 90 foram o auge das sobremesas industrializadas voltadas para crianças.

Produtos como:

  • Danoninho
  • Iogurtes saborizados
  • Sobremesas lácteas

Ganharam força com campanhas publicitárias marcantes e promessa de praticidade para os pais.

Era só abrir e consumir — sem preparo, sem complicação.

8. Salgadinhos de pacote

Os snacks industrializados cresceram muito nos anos 90.

Eles eram consumidos em:

  • Lanches escolares
  • Festas
  • Momentos de lazer

Sabores artificiais, formatos divertidos e embalagens chamativas ajudaram a transformar esses produtos em parte do cotidiano.

Por que essas comidas ainda fazem sucesso?

Porque elas estão ligadas a momentos muito específicos da vida.

Estamos falando de:

  • Infância
  • Escola
  • Amizades
  • Primeiras experiências sociais fora de casa

A comida, nesse caso, funciona quase como um gatilho de memória.

Conclusão

As comidas dos anos 90 mostram como a alimentação acompanha o ritmo da sociedade. Foi uma década marcada pela velocidade, pela praticidade e pela influência crescente da indústria — mas também por descobertas, novos hábitos e experiências compartilhadas.

Mais do que receitas, esses pratos contam uma história. E revisitar essas comidas hoje é uma forma de entender não só o que mudou no nosso prato, mas também no nosso estilo de vida.

Se você viveu essa época, provavelmente já sentiu aquele impulso de revisitar um miojo caprichado ou pedir uma pizza numa noite qualquer. E se não viveu, vale a experiência — nem que seja por curiosidade.

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14/05/2026

Ranking das comidas de festa junina mais amadas (e as mais esquecidas)
14.5.260 Comentários

 Se tem uma época do ano que o brasileiro espera ansiosamente é o mês de junho. Não é só pelas quadrilhas, bandeirinhas coloridas e músicas animadas: a festa junina também é o momento em que a comida vira protagonista. Afinal, quem consegue resistir ao cheirinho de milho assado, bolo quentinho ou aquele quentão que aquece até o coração?

Mas se por um lado existem pratos que todo mundo ama e procura primeiro, por outro há aquelas comidas que acabam sobrando na mesa, esquecidas no cantinho da barraca. Pensando nisso, preparei este ranking das comidas de festa junina mais amadas – e também as mais esquecidas. Bora ver em qual lado estão as suas favoritas?

comida festa junina

As mais amadas

1. Pamonha

É impossível começar esse ranking de outra forma. A pamonha, feita com milho ralado e cozida na própria palha, é praticamente um patrimônio cultural das festas juninas. Doce ou salgada, simples ou recheada com queijo, ela sempre atrai filas enormes nas quermesses.
👉 Por que é tão amada? O sabor caseiro, a textura cremosa e a nostalgia que carrega. 


2. Canjica / Curau

Aqui temos uma pequena confusão de nomes, porque dependendo da região do Brasil a canjica pode significar coisas diferentes. Em boa parte do país, canjica é aquela feita com milho branco cozido no leite e adoçada com açúcar. Já em outros lugares, canjica é o que em muitos chamam de curau – o creme de milho amarelo com canela por cima.

3. Pipoca

Pode parecer simples demais, mas é justamente essa simplicidade que a faz aparecer em todas as festas. Além de barata, a pipoca é democrática: salgada, doce, caramelizada, colorida… todo mundo encontra uma versão para amar.
👉 Por que é tão amada? Porque nunca falta, combina com tudo e agrada tanto crianças quanto adultos.


4. Milho cozido ou assado

O milho é o grande astro da festa junina. Cozido na espiga, assado na brasa ou até mesmo frito, ele sempre tem destaque. Só o ato de morder uma espiga quentinha com manteiga já é motivo suficiente para colocar o milho no topo do coração dos brasileiros.
👉 Por que é tão amado? Pelo sabor natural e pela tradição. Milho e festa junina são quase sinônimos.


5. Quentão e vinho quente

Junho costuma ser frio, então nada melhor do que esquentar as mãos e a alma com uma bebida típica. O quentão – feito de cachaça, gengibre, cravo, canela e açúcar queimado – é o preferido de muitos adultos. Já o vinho quente adoçado com frutas também faz sucesso e traz aquele clima aconchegante.
👉 Por que é tão amado? Além do sabor, é praticamente uma “fogueira líquida” que esquenta qualquer roda de amigos.


6. Bolo de milho

Se a pamonha é a rainha, o bolo de milho é o rei das festas juninas. Ele aparece de várias formas: fofinho, cremoso, com coco, com queijo, com leite condensado. É raro encontrar uma mesa junina sem ele.
👉 Por que é tão amado? Porque nunca decepciona. É simples, saboroso e combina perfeitamente com café ou chá quente.


7. Paçoca

A paçoca de amendoim, aquela que esfarela na boca, tem lugar garantido em qualquer quermesse. Pequena, prática e viciante, é o tipo de doce que a gente nunca pega só uma.
👉 Por que é tão amada? Porque é irresistível e cabe até no bolso para levar pra casa.


8. Pé-de-moleque

Esse doce de amendoim com rapadura ou açúcar queimado é pura tradição. Crocante, doce na medida e com sabor rústico, ele faz parte da memória afetiva de muita gente.
👉 Por que é tão amado? Pela combinação perfeita entre o amendoim torrado e a doçura intensa.


9. Arroz-doce

Outro clássico que não pode faltar. O arroz cozido no leite, adoçado e polvilhado com canela traz aconchego imediato. Cada família tem sua versão: mais cremoso, mais firme, com leite condensado ou apenas com açúcar.
👉 Por que é tão amado? Porque é um doce simples, barato e cheio de memórias afetivas.


10. Cocada

Branca, queimada, com leite condensado, em pedaços ou cremosa: a cocada é versátil e deliciosa. Mesmo quando não está no topo da preferência geral, sempre encontra seu público fiel.
👉 Por que é tão amada? Pelo sabor intenso do coco e pela variedade de versões.


As esquecidas

Nem toda comida de festa junina faz o mesmo sucesso. Algumas acabam ficando de lado, seja por não agradarem a todos os paladares, seja por serem substituídas por opções mais populares.


1. Bolo de fubá simples

Embora seja um clássico, o bolo de fubá muitas vezes perde espaço para o bolo de milho mais cremoso e moderno.
👉 Por que é esquecido? Justamente pela simplicidade – não tem o mesmo apelo de outros bolos mais incrementados.


2. Cocada de forno

Apesar de deliciosa, muita gente prefere a cocada tradicional em pedaços. A versão de forno acaba não chamando tanto a atenção.
👉 Por que é esquecida? Falta identidade forte em comparação à cocada clássica.


3. Maçã do amor

Visualmente linda, mas na prática pouco prática. A casquinha de açúcar duro pode quebrar dentes desprevenidos e não agrada todo mundo.
👉 Por que é esquecida? É bonita, mas é sem graça e difícil de comer. Muitos preferem levar pra casa só como enfeite.


4. Suspiro

É doce, é leve, mas geralmente passa despercebido no meio de tantas opções mais chamativas.
👉 Por que é esquecido? Por ser simples demais e não trazer tanta memória afetiva.


5. Bolo de mandioca

Apesar de saboroso, o bolo de mandioca não tem a mesma força cultural que os de milho ou fubá.
👉 Por que é esquecido? Pouca tradição nas festas juninas de algumas regiões.


6. Broa de milho

A broa é tradicional, mas muitas vezes perde destaque para os bolos mais fofinhos e doces.
👉 Por que é esquecida? Textura mais seca e menos atrativa para crianças.


7. Doce de abóbora em pedaços

Embora seja uma delícia para quem gosta, não é unanimidade. Tem quem ame e quem simplesmente passe reto.
👉 Por que é esquecido? Sabor mais específico, não agrada a todos os paladares.


8. Amendoim torrado puro

Quando tem paçoca e pé-de-moleque do lado, o amendoim puro acaba ficando de lado.
👉 Por que é esquecido? Porque parece “sem graça” comparado aos doces de amendoim mais elaborados.


9. Cuscuz doce

Embora tradicional em algumas regiões, não é popular em todas. Muitos nem chegam a experimentar.
👉 Por que é esquecido? Falta de costume em várias partes do Brasil.


10. Quindim

Sim, ele aparece em algumas festas juninas, mas não é unanimidade. O sabor forte de coco e ovo e a textura não agradam a todos.
👉 Por que é esquecido? Paladar específico e concorrência pesada com outros doces.


A festa junina é um verdadeiro festival de sabores, e cada prato carrega uma história, uma tradição e uma memória afetiva. Alguns são unanimidade e sempre acabam primeiro da mesa – como a pamonha, o bolo de milho e a canjica. Outros, apesar de deliciosos, acabam ficando esquecidos, como a maçã do amor ou o doce de abóbora.

No fim das contas, o mais importante é que cada comida traz um pedacinho da nossa cultura e ajuda a manter viva essa tradição tão querida pelos brasileiros.

👉 E você, qual é a comida de festa junina que não pode faltar de jeito nenhum? E qual você sempre deixa de lado?


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12/05/2026

Comidas mais Famosas dos Anos 80
12.5.260 Comentários

 Se você cresceu nos anos 80 — ou simplesmente tem curiosidade sobre essa década tão marcante — provavelmente já percebeu que a comida daquela época tinha uma personalidade própria. Era um período de experimentação, praticidade e, ao mesmo tempo, certo exagero. A indústria alimentícia estava em plena expansão, os produtos industrializados ganhavam espaço nas casas e muitas receitas refletiam exatamente isso: rapidez, conveniência e um toque de “novidade” que hoje pode até parecer curioso.

Mas não se engane: apesar da presença forte de alimentos processados, os anos 80 também consolidaram pratos que continuam populares até hoje. Neste post, vamos explorar as comidas mais famosas dos anos 80, entender por que elas fizeram tanto sucesso e como elas ainda influenciam o que comemos atualmente.

O contexto gastronômico dos anos 80

Antes de mergulhar nos pratos, vale entender o cenário. Nos anos 80, houve uma mudança importante na forma como as pessoas se relacionavam com a comida:

  • A vida urbana estava mais acelerada
  • Mais mulheres entravam no mercado de trabalho
  • Surgia a valorização da praticidade na cozinha
  • Produtos prontos ou semi-prontos ganhavam espaço

Isso levou ao crescimento de alimentos congelados, enlatados e misturas prontas. Ao mesmo tempo, programas de TV e revistas começaram a popularizar receitas “diferentes”, muitas vezes com combinações que hoje parecem inusitadas.

comidas anos 80

1. Gelatina colorida (e suas variações criativas)

Se existe uma sobremesa que define os anos 80, é a gelatina — especialmente aquelas versões em camadas coloridas.

Ela era presença garantida em festas, almoços de família e sobremesas do dia a dia. O mais interessante é que não era apenas uma gelatina simples: havia versões com creme de leite, leite condensado e até frutas em conserva.

O sucesso da gelatina se explica por três fatores:

  • Barata
  • Fácil de preparar
  • Visual chamativo

Era uma sobremesa que impressionava sem exigir muito esforço — algo que combinava perfeitamente com a época.

2. Salada de batata e maionese “caprichada”

A salada de maionese já existia antes, mas nos anos 80 ela ganhou status de prato principal em muitos encontros.

O diferencial estava nos ingredientes extras:

  • Presunto em cubos
  • Maçã picada
  • Milho e ervilha enlatados
  • Cenoura cozida
  • Batata em abundância

Era uma mistura que refletia bem o estilo da década: combinar o clássico com o industrializado, criando algo prático e “completo”.

3. Estrogonofe 

O estrogonofe não nasceu nos anos 80, mas foi nessa década que ele se popularizou de vez no Brasil — e ganhou uma versão bem própria.

Ao contrário da receita original russa, a versão brasileira incluía:

  • Creme de leite
  • Ketchup
  • Mostarda
  • Às vezes até champignon em conserva

Servido com arroz branco e batata palha, virou um clássico que permanece firme até hoje.

4. Pavê (o famoso “é pavê ou pra comer?”)

Nenhuma lista de comidas dos anos 80 estaria completa sem o pavê.

Essa sobremesa ganhou fama não só pelo sabor, mas também pelo seu formato em camadas:

  • Biscoito maisena
  • Creme à base de leite condensado
  • Chocolate ou frutas

Era uma receita versátil, que permitia variações infinitas e sempre rendia bastante — ideal para reuniões familiares.

5. Bolo de aniversário com glacê colorido

Os bolos dos anos 80 eram visualmente marcantes. Nada de minimalismo: quanto mais cor, melhor.

Características típicas:

  • Cobertura com glacê bem doce
  • Decorações com bicos de confeitar
  • Cores vibrantes (rosa, azul, amarelo)
  • Personagens desenhados à mão

Era uma estética que valorizava o impacto visual e a celebração.

6. Sanduíche de pão de forma (estilo festa)

Muito comum em festas, esse sanduíche era simples, mas extremamente popular.

Ingredientes básicos:

  • Pão de forma sem casca
  • Maionese
  • Frango desfiado ou atum
  • Cenoura ralada

Às vezes, era montado em camadas, formando um “bolo salgado”. Era prático, fácil de servir e agradava praticamente todo mundo.

7. Carne de panela com batatas

Apesar de toda a modernidade da época, os pratos tradicionais continuavam fortes — e a carne de panela é um ótimo exemplo.

Ela representava:

  • Comida caseira
  • Refeições em família
  • Conforto

Mesmo com o avanço dos industrializados, esse tipo de preparo nunca perdeu espaço.

Por que ainda gostamos dessas comidas?

A resposta é simples: memória afetiva.

Esses pratos estão ligados a:

  • Infância
  • Reuniões familiares
  • Momentos de celebração

Mesmo que hoje existam opções mais sofisticadas, essas receitas continuam presentes porque carregam história.

Conclusão

As comidas dos anos 80 são um retrato fiel de uma década em transformação. Entre a praticidade dos industrializados e o aconchego da comida caseira, surgiram pratos que marcaram gerações.

Mais do que receitas, elas representam um estilo de vida — e entender isso ajuda a enxergar como a gastronomia evolui com o tempo.

Se você nunca experimentou algumas dessas combinações (ou quer reviver memórias), vale a pena trazer essas receitas de volta à cozinha. Talvez com pequenos ajustes, mas mantendo aquilo que realmente importa: o sabor e a história por trás de cada prato.

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02/05/2024

Mitos sobre Alimentos Enlatados
2.5.240 Comentários
A Bonduelle - líder mundial em produtos de origem vegetal minimamente processados - esclarece os principais mitos que envolvem os alimentos enlatados.
Na mesma medida em que cresce o envolvimento do brasileiro no preparo das suas próprias refeições, tem aumentado a busca por conhecimentos sobre alimentação e a importância dos alimentos para a saúde.
Neste contexto, ter a informação correta é a principal arma para garantir o bem-estar dos consumidores.
mitos enlatados

Mitos sobre Alimentos Enlatados

MITO 1: Alimentos enlatados têm conservantes?
Não. As conservas têm este nome porque o processo de esterilização a que são sujeitas permite que os alimentos se mantenham conservados.
O processo de esterilização é uma etapa crucial dentro de uma indústria e é o que garante a qualidade e segurança aos produtos da Bonduelle - que não utiliza nenhum tipo de aditivo ou conservantes nos seus produtos.
Os alimentos enlatados são cozidos dentro das próprias embalagens hermeticamente fechadas e em altas temperaturas. Por essa razão, não há necessidade de adição de conservantes. O que garante mesmo a preservação dos alimentos é o aquecimento em altas temperaturas durante o processamento, a ausência de ar e a não incidência da luz.

MITO 2: Lata amassada
Provavelmente, já se ouviu falar que uma lata amassada pode comprometer a qualidade dos alimentos ou interferir na composição nutricional dos produtos. Mas, de acordo com informações da Abeaço (Associação Brasileira de Embalagem de Aço), estas afirmações não passam de mitos. Com a evolução da tecnologia para embalagens, a lata de aço se tornou mais resistente, prática e segura.
O sistema de abertura e fechamento facilita o envase e o armazenamento de alimentos após abertos, assim como a criação de uma película interna flexível que acompanha a deformação da embalagem e protege o seu conteúdo mesmo em caso de amassamento.
Além disso, as latas de aço possuem uma série de vantagens frente a outras embalagens de acondicionamento, por serem hermeticamente fechadas. Este formato não só impede o contato do alimento com a luz e o oxigênio, como preserva as qualidades nutricionais do produto por muito mais tempo.
Pensando em uma maior segurança, a Bonduelle orienta que seus consumidores evitem consumir alimentos cujas latas estejam danificadas ou amassadas.

MITO 3: Alimentos enlatados perdem seu valor nutricional
Os vegetais envasados em latas de aço podem compor uma alimentação saudável e têm valor nutricional próximo ao alimento in natura. Isso acontece porque os alimentos são colhidos no seu pico nutricional e a embalagem de aço bloqueia a incidência de luz e oxigênio, fatores que aceleram a degradação do alimento.
Portanto, a lata conserva o sabor e propriedades nutricionais dos alimentos por mais tempo. Além disso, seu processo de fabricação impede que os micro-organismos se desenvolvam e elimina em 99% os resíduos de pesticidas no interior da lata, segundo a Abeaço (Associação Brasileira de Embalagem de Aço).

MITO 4: Botulismo
Alimentos enlatados não causam botulismo. Na verdade, o botulismo nada tem a ver com a embalagem. A causa desse tipo de intoxicação está diretamente relacionada ao processamento do alimento por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum, presente no solo em alimentos contaminados e mal conservados.

MITO 5: Sódio
O aumento da demanda por alimentos saudáveis é uma tendência mundial e o baixo teor de sódio é uma das características mais procuradas pelos consumidores. As empresas estão cada vez mais conscientes da necessidade de oferecer ao consumidor produtos que contribuam para uma alimentação saudável e equilibrada.
O sódio é um nutriente essencial para o organismo: regula a quantidade de líquidos que ficam dentro e fora das células e atua na condução de estímulos nervosos e na contração muscular. Porém, quando há excesso do nutriente no sangue pode ocorrer alteração no equilíbrio dos fluídos internos do corpo, sobrecarregando o coração e os rins, resultando em hipertensão e outras doenças.
Existe a crença de que os vegetais enlatados contém sódio em excesso. No entanto, a quantidade de sal é uma escolha de cada fabricante, e serve apenas para dar tempero ao alimento, não para conservar. 

A Bonduelle oferece produtos para cada necessidade dos consumidores: a linha TRADICIONAL, com vegetais que vão do campo à lata em até 8 horas e com a quantidade de tempero padrão. 
Também possui a linha SUAVE - Milho, Ervilha, Dueto, Seleta e Grão de Bico – com redução de 40% de sódio e apenas duas pitadas de sal, para realçar o sabor. 
E a linha AO NATURAL, que não contém nenhuma adição de sódio. Ou seja, apenas legumes e água, mais nada.

MITO 6: O T nas embalagens é bom
O símbolo T nas embalagens dos alimentos tem como objetivo informar ao consumidor que aquele produto é transgênico, ou seja, é modificado geneticamente com a alteração do código genético (DNA) e produzido em laboratório por meio de técnicas artificiais de engenharia genética.
Muito se discute sobre os impactos desses alimentos na saúde, mas, de fato, quais riscos eles podem causar? Já se sabe que os transgênicos podem causar alguns riscos à saúde humana, como o aumento das alergias. Outro perigo é o aumento da resistência aos antibióticos, o que é uma séria ameaça à saúde pública. Existe ainda, risco relacionado às toxinas presentes em genes de plantas e insetos, que podem aumentar desproporcionalmente com a inserção em alimentos. Há, ainda, os riscos à saúde e ao meio ambiente causados pelos agrotóxicos e a possível contaminação de plantações não transgênicas com genes modificados.
Deste modo, sempre que possível, é preferível optar por alimentos que não utilizem matéria-prima transgênica. A Bonduelle, por exemplo, não utiliza grãos transgênicos, tanto na linha nacional quanto na linha importada.

Mito 7: Legumes enlatados não são uma opção saudável
Os legumes enlatados podem ser bons companheiros da cozinha saudável e prática. As latas de aço vêm conquistando cada vez mais espaço no mercado global de alimentos, por iniciativas que asseguram as características próprias dos produtos para consumo, proporcionando praticidade, qualidade e segurança aos consumidores. Além disso, são uma ótima opção para evitar o desperdício de alimento e aumentar o consumo de vegetais no dia a dia.

Mito 8: As latas são inimigas do meio ambiente
Se por um lado há milhares de empresas investindo fortemente em inovação a fim de alcançar um futuro mais sustentável e com menos impactos ao meio ambiente, por outro é possível perceber o expressivo aumento no uso de materiais como o plástico, por exemplo, que pode levar até 400 anos para se decompor, prejudicando lençóis freáticos, mares e claro, a vida animal.
Segundo um levantamento do Credit Suisse, anualmente, são produzidas mais de 400 milhões de toneladas de plástico ao redor do mundo. O levantamento ainda diz que, a cada ano, mais de 350 milhões de toneladas de plástico viram resíduos.
Para mudar essa realidade, é necessário não só inovar, mas buscar por opções de materiais que una qualidade, segurança e sustentabilidade, e é nesse cenário que a lata de aço tem um papel bastante relevante. Sendo 100% reciclável, a lata descartada após o uso dos alimentos, pode retornar ao consumidor em forma de tesoura, maçaneta, automóvel, ou até mesmo uma nova lata, estimulando assim a economia circular, reduzindo a dependência de recursos virgens e minimizando o impacto ambiental associado à extração de matérias-primas.

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11/08/2022

Como Harmonizar Uvas e Queijos
11.8.220 Comentários
Um dia frio e uma tábua de queijos formam o cenário perfeito para aproveitar o melhor do inverno. Para vivenciar ao máximo essa experiência de consumo no clima propício da estação, Mimo, a seleção de uvas especiais da Agrivale, ensina como harmonizar uvas com os tipos certos de queijos. Afinal, assim como vinho, as uvas também são excelentes aliadas para montar uma tábua de queijos perfeita.
tabua queijos

Como harmonizar Uvas e Queijos

Uvas verdes
A uva verde sem caroço MIMO GREEN DREAMS harmoniza bem com os queijos tipo brie ou camembert. Produzidos com leite de vaca, o brie e o camembert nasceram na França e são cobertos com um fungo branco natural chamado penicillium camemberti ou penicillium candidum, que também dão um sabor um pouco mais ácido ao queijo.

Uvas vermelhas
Têm presença obrigatória nas tábuas de queijos, não apenas por sua cor vermelha brilhante, mas por seu sabor. A MIMO INFINITY é uma uva doce com baixa acidez e bem crocante. Harmoniza com todos os queijos da tábua, especialmente com queijos maturados amarelos, como o Gruyère. Este queijo com olhaduras, também conhecido como “queijo suíço”, tem sabor suave e adocicado que fará uma combinação deliciosa com as uvas vermelhas.

Uvas pretas

Uva preta, sem sementes e de sabor muito marcante, a MIMO VITÓRIA é bem docinha, tem notas frutado-silvestres e textura crocante. Esta uva preta com bagas pequenas e redondas fica maravilhosa com os chamados queijos azuis. Este tipo de queijo possui veios azulados, fruto da maturação com o fungo penicillium roqueforti, o que o torna bem salgado e picando. O contraste com a doçura de MIMO VITÓRIA causa uma explosão de sabor na boca.

Para mais informações sobre a Mimo, acesse o site

Fonte: Divulgação
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25/11/2021

Experimentando CUP NOODLES - Galinha, Costela, Yakissoba, Frutos do Mar e Picante
25.11.210 Comentários
Hoje a nossa avaliação é sobre Cup Noodles de diversos sabores: Cup noodles de Galinha Caipira, Cup noodles de Costela, Cup noodles de Yakissoba, Cup noodles de Frutos do Mar e Cup noodles Picante.
Vamos trazer para vocês nossas análises e opiniões sobre vários tipos de comidas e bebidas, para que conheçam mais os produtos e ajudem na sua decisão de comprar ou não.
Dá uma olhada no vídeo:



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02/11/2021

Experimentando PIZZA CONGELADA SEARA - Calabresa e Mussarela
2.11.210 Comentários
Vamos trazer para vocês nossas análises e opiniões sobre vários tipos de comidas e bebidas, para que conheçam mais os produtos e ajudem na sua decisão de comprar ou não.
Hoje vamos falar sobre PIZZAS CONGELADAS DA SEARA, sabores CALABRESA e MUSSARELA


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23/09/2021

Mitos e Verdades sobre o Azeite
23.9.210 Comentários
O azeite de oliva é uma gordura proveniente da azeitona, o fruto da oliveira. Florescendo na primavera, as azeitonas passam pelo processo de maturação até ao outono, época em que acontece a colheita. A azeitona é um alimento presente em grande parte das cozinhas e o azeite é um dos elementos base da dieta mediterrânica, considerada uma das mais saudáveis do mundo.
azeite
Segundo um estudo realizado pela FIESP, o consumidor brasileiro busca cada vez mais por uma alimentação balanceada e saudável e, por esse motivo, o interesse pelo azeite cresce a cada ano no Brasil. Uma gordura rica em vitaminas e substâncias antioxidantes, o azeite é subdividido em três tipos:

Azeite Extra Virgem
Nesta categoria, o produto deve ter até 0,8% de acidez e sem defeito organoléptico/sensorial, sendo este o tipo de azeite que tem melhor preservadas as suas qualidades de aroma e sabor. A acidez de até 0,8% é um indicativo de que todas as etapas de processamento (maturação da azeitona, colheita do fruto, limpeza, extração e embalagem) foram realizadas de forma adequada.

Azeite Virgem
Azeites que apresentam algum defeito sensorial e/ou com acidez acima de 2% são denominados azeite virgem. Azeites com acidez acima de 2% não são adequados para o consumo, sendo que estes produtos são submetidos a um processo químico denominado refinamento, o qual se reduz a acidez do produto adequando-o ao consumo.

Azeite de Oliva
O processo de refinamento nos azeites virgens remove, além da alta acidez, as substâncias aromáticas e de sabor, bem como os antioxidantes naturais, pigmentos de cor e as vitaminas do azeite. Nesta fração refinada do azeite, normalmente se adiciona uma pequena quantidade de azeite extra virgem para repor um pouco de sabor, aroma e cor ao produto final. Estes azeites, então, são denominados comercialmente como "Azeite de Oliva" e sua acidez é de até 1%.

Mas com tantas informações disponíveis atualmente sobre o produto, surgem também alguns mitos que permeiam o uso do azeite. Pensando nisso, a Andorinha, marca pertencente ao grupo Sovena e que importa para o Brasil os azeites e azeitonas do seu olival próprio em Portugal, nos ajuda a desmitificar quatro mitos sobre o azeite.

De acordo com a nutricionista Maria Julia Coto "A inserção do azeite na alimentação todos os dias apresenta inúmeros benefícios à saúde devido à sua elevada densidade nutricional. Por isso, é essencial desmistificar algumas dúvidas comuns que surgem em torno desse alimento, para assim, proporcionar maior conhecimento sobre o impacto das escolhas alimentares em boas condições de saúde a curto e a longo prazo, assim como o azeite é capaz de proporcionar."

1 - O azeite não pode ser exposto a altas temperaturas.
MITO, o azeite pode ser sim exposto à altas temperaturas.
Esse é um dos mitos mais recorrentes entre os consumidores, e isso faz com que o uso do azeite fique restrito apenas à finalização de pratos e ao tempero de saladas. Segundo as pesquisas, 1/3 dos consumidores acreditam que, quando aquecido, o azeite perde suas propriedades benéficas e por esse motivo não esquentam o produto. Mas, ao contrário do imaginário comum, o produto aquecido se mantém estável e benéfico ao combate de colesterol ruim e aumento do bom. Usado corretamente, em média até 180ºC, o azeite de oliva pode fazer a diferença para manter uma alimentação de qualidade.
De acordo com a nutricionista Maria Julia Coto, "diversos estudos científicos já comprovaram que o azeite pode ser aquecido em condições de uso doméstico sem prejuízos. É um mito acreditar que vira ‘gordura ruim’, pois estes estudos demonstraram que o aquecimento não altera o perfil de ácidos graxos do azeite, comprovando que não há uma mudança no perfil de gorduras, que se mantém de boa qualidade. Isso ocorre devido ao alto teor de antioxidantes presentes no azeite, moléculas que protegem as células de reações oxidativas. Assim, o azeite é capaz de manter a sua composição estável frente à oxidação térmica, sem que haja a formação relevante de compostos tóxicos ou gordura trans."

2 - O azeite de cor verde é melhor do que o dourado.
A ideia generalizada diz que a cor do azeite é fundamental na escolha. "Muitos consumidores preferem comprar azeites em tons verdes-dourados. E quando, visualizam azeites com colorações diferentes, acreditam que o produto esteja estragado. A crença de que o azeite amarelo é ruim, não é verdadeira visto que, os diferentes tons de azeite estão relacionados a variedade, as condições climáticas, a região e o ponto de maturação das azeitonas colhidas para a extração do óleo é que determinarão a cor", explica a especialista.

A cor do azeite indica a tonalidade da azeitona no momento de colheita e extração do azeite. A mudança na coloração deve-se ao processo de amadurecimento do fruto. Além disso, o estágio de maturação das azeitonas também interfere no sabor do azeite. No início da safra, normalmente as azeitonas estão mais verdes e, por isso, originam azeites mais amargos e picantes, já no fim da safra, normalmente os azeites são mais doces e suaves. O importante é saber o que diferencia um tipo de azeite do outro e como escolher o mais adequado para cada ocasião de uso, ou de acordo com a sua preferência particular de paladar.

3 - O azeite é como o vinho do Porto, melhora com o tempo.
Diferentemente do vinho, as características e as intensidades de sabor e aroma se mantêm melhor preservadas e são mais bem percebidas quando o azeite é "novo", ou seja, quando consumido em data mais próxima de sua fabricação. De acordo com a especialista, muitas propriedades do alimento são termo e fotossensíveis, ou seja, quando exposto constantemente a luz e ao calor, o azeite pode sofrer o processo de oxidação.

O azeite deteriora-se ao longo do tempo, estar exposto à luz ou ao ar e temperatura elevada provocam sua oxidação — por isso é melhor consumi-lo mais cedo do que mais tarde.

"Para manter por mais tempo suas propriedades o ideal fechar muito bem embalagem após o consumo, para evitar contato excessivo com o oxigênio, e guardar em um local fresco protegido de calor e luz excessiva", complementa.

4 - A acidez do azeite de oliva reflete no aroma e sabor.
Diferente do que muitos pensam, a "acidez" do azeite não está relacionada a sensação de sabor ácido que alimentos como, por exemplo, o limão proporciona. Segundo a nutricionista, "Não é possível sentir no paladar, o grau de acidez indicado na embalagem do azeite serve apenas para indicar a classificação do azeite".

Além disso, está relacionada ao teor de ácidos graxos livres da azeitona e só pode ser detectada por meio de testes laboratoriais. A acidez pode ser influenciada por alguns fatores, como qualidade da azeitona, pureza, maturação, estocagem e transporte, estando associada ao grau de degradação e oxidação do azeite. Levando isso em conta, um azeite com maior acidez apresenta maior oxidação e é nisso que se deve prestar atenção. Isso porque alguns produtos da oxidação de óleo são prejudiciais à saúde. Um azeite de boa qualidade não possui acidez maior do que 2% o que é o caso do portfólio Andorinha. As informações sobre a acidez do azeite, geralmente, podem ser encontradas no rótulo do produto.

Sobre a marca Andorinha
A marca Andorinha faz parte do Grupo Sovena. No Brasil, ela traz entre seus ingredientes mais de 90 anos de experiência e credibilidade. Os produtos Andorinha são produzidos de forma sustentável em Portugal em um Olival próprio e Lagar altamente tecnológico, a partir da seleção das melhores variedades de azeitonas.

Fonte: Assessoria
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01/10/2020

10 Dicas ao Fazer Compras nos Supermercados
1.10.201 Comentários
Todos estamos vendo a mudança de preços nos mercados. Com quem conversamos sobre isso reclama como tudo está ficando caro. É necessário se esforçar para conseguir economizar e fazer boas compras. 
Planejamento e um pouco de pesquisa podem ajudar muito na hora de ir ao supermercado, então listo hoje 10 dicas para te ajudar nas compras:


1- Não saia de casa sem uma lista

É muito importante se manter focada e sair de casa sabendo o que você realmente precisa. Uma lista por escrito é fundamental antes de ir fazer compras. Dê uma organizada na despensa e anote o que é necessário comprar. 
Nada pior que chegar no mercado e pensar: será que tem farinha? E agora? compro ou não? Ah, melhor comprar... chega em casa e tinha farinha. Pronto, lá se foi um item a mais no preço final.

2- Faça compras em atacados

Os atacados normalmente tem melhores preços em compras de maior volume. Nem tudo você irá usar, mas principalmente produtos de limpeza valem a pena. Uma caixa inteira de pastas de dentes pode ser cara hoje, mas de um jeito ou de outro você irá usar e com certeza essa mesma pasta de dentes estará mais cara daqui um ou dois meses.
Outra opção é dividir a compra com parentes ou amigas. 

3- Acompanhe as promoções

Existem aplicativos e sites com as promoções dos mercados, então vale a pena acompanhar essas promoções para saber o dia certo de ir às compras ou até mesmo como comparação entre supermercados.

4- Cuidado com as promoções

Parece estranho eu dizer para acompanhar as promoções e logo em seguida para ter cuidado com elas, mas sim, isso é real. 
Mercados colocam um item em local estratégico em promoção, por exemplo, vinagre da marca X (normalmente uma marca conhecida) em promoção, mas se você for até a prateleira de onde ficam os vinagres, podem existir outros vinagres da marca Y ou Z mais baratos. 
Se você não se importar com a marca, vale ficar atenta e sempre conferir na prateleira para comprar o mais barato.

5- Faça cálculos

Parece absurdo, mas você pode ser enganada de várias formas se não começar a observar e fazer cálculos. Olha só 2 exemplos: o pacote de papel higiênico com 12 rolos e o de 16 rolos pelo mesmo valor. Você compraria o de 16 rolos, né? Mas você observou a metragem do rolo? Existem rolos de papel higiênico com 60, 30 e pasmem, já vi com 20 metros! Se os rolos do pacote de 12 metros forem maiores, pode ser que vale a pena levar esse.
Outro exemplo: iogurte natural 900ml e iogurte natural de 1 litro. compare os preços e as quantidade para não levar menos pagando mais. 
Ah, em falar em iogurte, bebida láctea (que é mais barata) não é iogurte! Leia aqui: Bebida láctea x Iogurte

6- Dê uma chance às linhas dos mercados

Eu já fui muito bem surpreendida pelas marcas próprias dos mercados. Vale a pena dar uma chance a eles: Qualitá, Taeq, Dia%, Carrefour, entre outras.

7- Cheque as prateleiras "perto do vencimento"

Quase todo supermercado tem uma (ou mais) prateleiras de produtos perto do vencimento. Se for algo que você já vai comprar e realmente usar, sempre vale a pena, pois os preços são bem baixos. Agora não vale levar só porque está barato.

8- Fazer é mais barato que comprar

Sempre que puder, faça sua própria comida. Além de muito mais saudável é bem mais barato cozinhar seu feijão ao invés de comprá-lo pronto na caixinha, fazer seu hambúrguer ao industrializado, entre muitas outras coisas.

9- Converse

Fale com parentes, amigos, vizinhas. Pergunte onde eles fazem as compras, quais marcas usam. Você pode ter muitas dicas de pessoas que confia e assim conseguir economizar.
Eu mesma já troquei o amaciante (eu era fiel a uma marca) por indicação de uma amiga, depois que eu comentei que a roupa dela estava cheirosa. 


10- Não vá fazer compras com fome

Parece óbvio, mas não é. Não vá as compras com fome. Existem estudos que comprovam que compramos mais produtos sem necessidade quando fazemos compra com fome. 
O cérebro entende que ele precisa de comida e você, no impulso, vai pegando...
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02/05/2019

Escabeche de Sardinha
2.5.190 Comentários
Minha vó costumava fazer essa receita a muiiito tempo atrás e eu me lembro que sendo criança eu nunca quis provar, mas depois de um tempo descobri o quanto é saborosa e deliciosa!


Escabeche de Sardinha
(Rende 20 porções - Tempo de Preparo: 1 hora)

3 cebolas médias em rodelas
6 tomates pequenos em rodelas
1 maço de cheiro-verde picado (salsa e cebolinha) 
2 quilos de sardinha limpa (sem cabeça e sem espinha) 
1/2 xícara  de chá de azeitonas pretas picadas 
sal e pimenta a gosto
1/2 xícara de chá de azeite 
1 xícara de chá de vinagre
2 folhas de louro 

Em uma panela de pressão, faça camadas intercalando as cebolas, os tomates, o cheiro verde, as sardinhas e as azeitonas até finalizar estes ingredientes. À parte, misture o sal e a pimenta, o azeite, o vinagre e 2 xícaras (chá) de água e despeje sobre as camadas. Cubra com as folhas de louro, tampe a panela e cozinhe em fogo médio por cerca de 30 minutos, após pegar pressão. Retire a panela do fogo e espere sair toda a pressão antes de abrí-la. Retire o escabeche da panela com cuidado, transferindo para um recipiente com tampa. Leve para gelar. Sirva acompanhado com fatias de pão. 
Dica: Deixe o escabeche de um dia para o outro na geladeira – ele ficará ainda mais saboroso. Você pode servi-lo quente se preferir.

Receita e Foto: Revista Netlè - março 2013
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23/01/2019

Dicas de Congelamento
23.1.190 Comentários
Na correria do dia a dia, quase nunca há tempo para preparar uma boa e elaborada refeição na cozinha. Por isso, a praticidade da comida congelada é muito conveniente, mas requer alguns cuidados simples – que muitos não seguem – para não prejudicar o sabor do alimento ou a nossa saúde.

Antes de tudo, é preciso diferenciar comida congelada de comida pronta. Uma coisa é aquela pizza que já vem toda preparada, a torta de frango ou o yakisoba, que só precisam de alguns minutos no forno e voilá. Outra coisa, completamente diferente, são os alimentos que nós preparamos e congelamos para usarmos posteriormente.

Segundo a nutricionista Luiza Torquato, as comidas prontas congeladas têm uma composição nutricional desbalanceada. “Muitas vezes, há ingredientes de uso exclusivamente industrial, que atuam como aditivos alimentares para estender a duração dos alimentos e dar características sensoriais que os deixem mais atraentes e palatáveis”, afirma. Sobre esses alimentos, ela é taxativa: “Esse tipo de comida deve ser evitado.”

Portanto, congelar comidas frescas é o caminho ideal. Sabemos que o tempo pode ser um empecilho para muitos e por isso sugerimos que o preparo ocorra num único dia da semana, já planejando as próximas refeições.

Dicas para preparar comida congelada

Existem, porém, algumas recomendações importantes para realizar esse processo de congelamento:
  • Escolha ingredientes frescos, de preferência orgânicos e da estação, principalmente porque, além de mais saborosos, demoram mais para estragar.
  • Cozinhe os alimentos por menos tempo que o habitual e use menos sal e temperos, pois o processo de congelamento acaba amaciando a comida e realçando os sabores.
  • Após a comida estar pronta, resfrie-a rapidamente em uma panela destampada antes de prepará-la para a congelação. Uma forma é mergulhar a panela em água com gelo. Isso é recomendado para interromper o cozimento do alimento.
  • Outra boa dica é congelar carnes prontas que foram preparadas com molho, cozidas, assadas ou grelhadas. Se a carne estiver crua, congele porções individuais, limpas e sem tempero.
  • Lembre-se de que alimentos líquidos se expandem durante o congelamento, por isso sempre deixe algum espaço no recipiente.
  • A comida pode ser descongelada de um dia para o outro dentro da geladeira, esquentada no forno, no micro-ondas ou em banho maria.
  • É preciso consumir em até 24 horas e não se esqueça: um alimento descongelado não pode ser congelado novamente!

Essas recomendações são importantes principalmente para a sua saúde, pois aumentam a durabilidade dos alimentos. 
De maneira geral, comidas já preparadas duram cinco dias na geladeira e aproximadamente um mês no freezer. No entanto, é recomendado evitar congelar ovos cozidos, macarrão sem molho, maionese, pratos com creme de leite ou queijos cremosos, pois são alimentos que perdem suas características quando congelados.

A temperatura da geladeira deve ser sempre inferior a 5ºC e o congelador nunca deve estar acima de 18ºC negativos. É preciso tomar cuidado com a superlotação. O ar frio deve circular bem entre os alimentos, portanto se possível, eles devem ficar afastados uns dos outros e das paredes.

É fundamental também ficar atento à vedação dos eletrodomésticos. Para isso, há um teste: feche a porta sobre um pedaço de papel – pode ser uma folha sulfite. Se, após a geladeira estiver fechada, você conseguir puxar a folha, é hora de trocar a vedação.

Fonte: Ativo Saúde
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22/11/2018

Alimentação mais Leve no Verão
22.11.180 Comentários
Quando a temperatura sobe, as mesas começam a ganhar um colorido peculiar. Multiplicam-se as refeições leves, mas nem por isso menos saborosas. Legumes, verduras, grãos, queijos brancos, sanduíches e opções frias aparecem como pratos principais.
A proximidade ao verão pede sabores mais frescos, o que se obtém usando pimentas, ingredientes cítricos e alimentos crus ou servidos frios.

verão

Uma sugestão simples, saborosa e saudável são os legumes grelhados na churrasqueira. Já que fazemos tanto churrasco no verão, porque não aproveitar a grelha para legumes? 
Nesse caso, a brasa promove uma espécie de caramelização dos alimentos, tornando-os mais saborosos. Neste processo pode ser usado cenoura, berinjela e abobrinha, ou até mesmo uma flor de abóbora grelhada. Não há limitações.
Após grelhados, os legumes podem ser servidos de vários modos, como ir à mesa do jeito que saem do fogo, como acompanhamento do churrasco, ou como salada. Basta esperar esfriar e temperá-los com limão siciliano, azeite aromatizado, sal e pimenta. 

Para refrescar os dias quentes as marinadas ácidas podem ser uma boa pedida, como o ceviche. A combinação de limão, pimenta e coentro faz dele um prato fresco perfeito.
Leve, nutritivo e saboroso, o ceviche faz bonito a partir dessa época do ano. A combinação de peixe cozido no limão, temperado com pimenta, cebola roxa e coentro conquista pelo sabor, frescor e praticidade. Aposte em uma variação mais acessível, a de ceviche com tilápia. É um peixe muito leve, de preço baixo e facilmente encontrado em supermercados e peixarias.

Outras opções de lanches leves nutritivos e saborosos são os sanduíches mais elaborados e frescos. 
Para o verão, intensifique a produção de sanduíches leves, com muitos ingredientes crus. Deixe-os prontos, embalados em plástico filme na geladeira.
Quando a vontade de comer aparecer, você tem à mão uma opção saudável e fresca.

Para quem ama queijos, também há opção mais leves para esta época do ano: O queijo muçarela de búfala tem o acompanhamento clássico de tomate e pesto no verão. Já o cottage, mais leve e fresco que outros queijos, acompanha muito bem frutas, doces ou salgados.
Para o dia a dia, quando se trata de verão, não há como não lembrar dos queijos brancos, que conhecemos por Minas Frescal, leves e magros. Ficam ótimos acompanhando uma fruta ou um pedaço de pão no café da manhã. 

Para deixar tudo mais saboroso e com custo acessível, aposte nos alimentos da estação, como abacaxi, manga, maracujá, coco verde, romã, melancia, almeirão, tomate, pimentão, abobrinha, endívias e aspargos. Use a criatividade e faça sucos naturais e saladas multicoloridas

Beber cerca de dois litros de água por dia também é fundamental, pois elimina toxinas e estimula o bom funcionamento do metabolismo. Experimente colocar um pouco de limão e gengibre na água e fuja dos refrigerantes.

Adaptado de: Gazeta do Povo
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12/11/2018

Dicas para a Ceia de Natal ou Ano Novo
12.11.180 Comentários
A escolha da decoração, os pratos da ceia, a lista de convidados, os presentes... Organizar as festas de fim de ano exige atenção a uma série de detalhes. Alguns deles podem até ser planejados com um pouco mais de antecedência, para não ter de resolver muita coisa na véspera. 
Mas é na semana que antecede o Natal e o Ano Novo que acontecem, de fato, os preparativos. Confira as dicas para fazer tudo com calma e bom divertimento!

Ano Novo

Comece os preparativos 1 semana antes, assim, nada ficará na correria e a fazendo um pouco por dia você não fica estressada:

7 dias antes

Para dar início aos preparativos, verifique quantas pessoas você convidou e quantas confirmaram presença para a ceia. Caso ainda não tenha escolhido o cardápio, a decoração e os presentes, este é o momento para começar a pensar nesses detalhes. Hoje, aliás, é um bom dia para tirar os enfeites do armário e montar cantinhos natalinos pela casa.

6 dias antes

Escolha as receitas para a ceia e o almoço de Natal e de Ano-Novo.
Faça a lista de compras para cada receita, e também a lista de bebidas.

5 dias antes

Já selecionou os pratos e fez a lista de compras? Então, chegou a hora de ir às compras, mas antes certifique-se de que há espaço suficiente em sua geladeira ou congelador para armazenar os alimentos que necessitam de condições especiais para conservação.

4 dias antes

Verifique se as louças, talheres e toalhas que serão usados na ceia e no almoço de Natal ou Ano Novo precisam de cuidados. Aproveite para escolher alguns enfeites ou velas para decorar a mesa.


3 dias antes

Como nas festas a família se reúne, o melhor é servir à americana (cada um se serve do que quiser), já que pode ser difícil colocar todos sentados à mesa. Por isso, você pode testar se em sua sala dá certo acomodar as comidas na mesa principal e, num aparador, pratos empilhados e talheres enfileirados.

2 dias antes

Que tal fazer presentinhos personalizados? Não precisa ser nada elaborado, mas um pequeno mimo para os convidados levarem. Você pode preparar um saboroso brigadeiro e colocar em forminhas bonitas.
Aproveite e adiante o que conseguir para as receitas que vão ser servidas amanhã. Deixe picado, separado e lavado o que puder ser feito com antecedência.

1 dia antes (véspera de Natal ou Ano Novo)

Hoje é dia de terminar as receitas e aproveitar muito a noite com a família!
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05/11/2018

Finger Food - Você Conhece?
5.11.180 Comentários
Com o finger food você não precisa necessariamente de talheres nem deixa de ser elegante. Na tradução literal do inglês, as duas palavras significam “dedo” e “comida”, porém a expressão – que pode ser entendida como “comida para comer com os dedos” – vem se tornando uma opção interessante para todos os tipos de encontros e reuniões. 


Desde os piqueniques ao ar livre com as crianças, passando por pequenos grupos de amigos para receber em casa até recepções maiores e bastante sofisticadas.
Além dos imprescindíveis guardanapos, espetinhos, palitos, copos e outros utensílios pequenos facilitam a vida do convidado na hora de saborear pequenas porções de cada item do cardápio com uma ou duas mordidas. 
Aqui valem desde as miniaturas de tortas e quiches, lanches, saladas, bolinhos, espetinhos e doces até aquela receita preferida de carne assada cortada em pedacinhos e o risoto de família servido em recipientes que permitam ao convidado saboreá-los em pé.
O resultado é uma reunião muito mais moderna, divertida e descontraída, que possibilita maior liberdade a todos: o finger food dispensa a mesa posta, com lugares marcados, e também dá ao anfitrião mais tempo para as conversas.
Apesar de o clima desse tipo de encontro ser mais informal e de facilitar a tarefa de servir, vale a pena prestar atenção a algumas dicas para que seu encontro finger food seja um sucesso.

Escolha do Cardápio

O ideal são comidinhas mais leves, preparadas com antecedência, para que você também desfrute da ocasião.
Não precisa ser um cardápio completo, mas a degustação de vários “pratinhos”, que pode incluir antepastos, tortinhas, lanchinhos, porções de embutidos e queijos variados, espetinhos, saladinhas, caldinhos e sopas, sobremesas e até frutas e legumes incrementados.
Tudo para ser apreciado em um só evento e na porção e textura que as pessoas possam comer em pé e sem acidentes.
Tente compor um cardápio equilibrado, com cores, texturas e sabores variados (com comidinhas que podem ser consumidas em temperatura ambiente para facilitar).

Idéias Práticas

Como entrada de um jantar ou para compor a festa, utilize uma receita de sopa-creme que já faz sucesso na sua casa (de mandioquinha, de abóbora, de ervilha etc.) e sirva em potinhos de cerâmica ou porcelana, polvilhando um pouco de queijo parmesão ralado.
Corte diversos vegetais em palitos (cenoura, pepino e salsão são ótimas opções) e coloque-os dentro
de copinhos de aperitivo, com um pouquinho de sal grosso no fundo (apenas para dar apoio aos vegetais). Sirva com um molho para temperar os vegetais ou um patê.
Sobre minitorradinhas já prontas, coloque um pequeno pedaço de queijo brie e coloque um fio de mel. Leve ao forno médio alto (200°C), preaquecido, apenas para derreter levemente o queijo.
Prepare uma polenta cremosa tradicional, com um molho bem saboroso (bolonhesa, ragu, de linguiça
etc.) e sirva em pequenas cumbucas de porcelana.
Para a sobremesa, faça miniespetinhos de frutas variadas usando palitos de churrasco cortados ao meio. Coloque as frutas, apoie-os sobre pires pequenos e sirva com um pouco de calda de chocolate.

Criatividade para Servir

Alguns alimentos – lanches, tortinhas, canapés etc. – necessitam apenas de guardanapos, mas, conforme o cardápio escolhido, você precisará adaptar utensílios que já tem em casa – como tigelinhas, taças e copos – e, se for o caso, incluir palitos, potes descartáveis, colherinhas e garfinhos coloridos que incrementam a decoração do ambiente.
Disponha as travessas, bandejas, pratos e bebidas em pontos estratégicos do ambiente para que todos os convidados se sirvam sozinhos.
não se esqueça de guardanapos em quantidade suficiente (calcule no mínimo quatro unidades por
hora para cada pessoa), que podem ser decorados de acordo com o tema da festa.
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